Um guia da Nova Zelândia para os amantes da aventura

É quase impossível passar umas «férias normais» neste belo país, com tantas montanhas, glaciares e lagos à espera de serem explorados. Elaborei uma lista com as minhas melhores sugestões para quem procura aventura na Nova Zelândia — desde o zorbing ao paraquedismo.

Salto de bungee em Queenstown

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Para a emoção definitiva, dirija-se a Queenstown e reserve um salto de bungee em Nevis — o salto de bungee mais alto da Austrália e da Nova Zelândia. Quando estiveres na plataforma de salto incrivelmente pequena, a 134 metros de altura, vais questionar todas as decisões que te levaram a fazê-lo, mas a descarga de adrenalina é incomparável. Sorri para a câmara e envia as fotos para a tua família!

Zorbing em Rotorua

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É difícil descer a colina com dignidade numa bola gigante de hamster, mas vais divertir-te tanto que nem te vais importar. Um empurrão suave vai enviar-te por um dos três percursos: rápido, em ziguezague ou em queda livre. Nada vai tirar o sorriso do teu rosto e vais ficar ansioso por repetir a experiência. A Nova Zelândia é o berço do zorbing e continua a ser um dos poucos locais onde este desporto único é praticado. Risca isto da tua lista de desejos!

Traversia Alpina de Tongariro

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Visite o Monte da Perdição de «O Senhor dos Anéis» (Monte Ngauruhoe) e explore as crateras e os lagos alpinos. Esta caminhada de um dia, com 19 km, não é para os fracos de coração — os «Devil’s Steps» (Degraus do Diabo), cujo nome é bem apropriado, são particularmente desafiantes —, mas vale a pena pelas vistas do Monte Ngauruhoe e pela descida de 400 m por cinzas vulcânicas até aos Lagos Esmeralda.

Paraquedismo em Taupo, Franz Josef ou Queenstown

Apetece-lhe saltar de um avião em voo? A Nova Zelândia oferece inúmeras oportunidades, como em Taupo, Queenstown ou Franz Josef, onde pode saltar a partir de uma altura de até 19 000 pés acima de uma das maiores geleiras do país.

SUP no Parque Nacional Abel Tasman

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Stand-up paddle As águas cristalinas do Parque Nacional Abel Tasman convidam-no a explorá-las numa prancha de stand-up paddle. Participe numa visita guiada ou alugue a sua própria prancha por algumas horas e dirija-se até Split Apple Rock, que, segundo a lenda, foi partida ao meio por dois deuses maoris que disputavam a sua posse.

Escalar a Geleira Fox ou a Geleira Franz Joseph

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Escalar uma geleira é como entrar num mundo completamente diferente. Um espetacular voo de helicóptero leva-o até à geleira, onde calça os crampons e passa o dia a explorar fendas e a aprender a escalar a parede de gelo. Não há nada como a vista da geleira aparentemente interminável acima de si enquanto escala. Atenção: as geleiras são estruturas em constante mudança e mover-se sobre elas pode ser perigoso. A menos que seja um alpinista experiente, não vá sem um guia.

A Grande Caminhada «Tramp»

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«Tramp» é a palavra neozelandesa para «caminhada», e nenhuma viagem à Nova Zelândia está completa sem percorrer a Grande Caminhada. A mais popular é a Milford Track, cujas reservas esgotam facilmente com seis meses de antecedência. Outras trilhas menos conhecidas, mas igualmente notáveis, são a Routeburn e a Kepler Track. Todas as três estão localizadas no Parque Nacional de Fiordland, onde vales alpinos e vistas de vários fiordes e do Mar da Tasmânia esperam por si.

Rafting em águas escuras em Waitomo

Os vermes luminosos são um dos pontos altos da Ilha do Norte. Em vez de embarcar num barco, pega num tubo e num fato de mergulho e mergulha no rio que serpenteia pelas Grutas de Ruakuri. Terás uma vista fantástica dos vermes luminosos enquanto atravessas o rio a pé e desces de rapel para dentro das grutas.

Remar no Milford Sound

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Esquece os ferries lotados e entra num caiaque para um passeio mais íntimo por este famoso fiorde. Poderás aproximar-te dos leões-marinhos e, se tiveres sorte, de um grupo de golfinhos brincalhões. Não desistas se chover; as cascatas que surgem em resultado disso são um excelente bónus. Estes são apenas alguns exemplos do que a Nova Zelândia tem para oferecer. Seja qual for a forma como decidires passar as tuas férias nas Midlands, serão certamente inesquecíveis.

Sobre a autora
A Sarah é natural da Virgínia e decidiu fazer algo muito pouco americano: tirar um ano de folga antes de iniciar a sua carreira. Três anos depois, continua a viajar sem fim à vista. Acompanhe-a no blogue «All Roads Lead to Roam». Todas as fotografias são propriedade de Sarah Kilbourne.

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