Os países mais baratos para visitar em 2026

Viajar pelo mundo não precisa esvaziar sua conta bancária. De fato, alguns dos destinos mais interessantes também estão entre os países mais baratos para se visitar. De paraísos de comida de rua do Sudeste Asiático a joias históricas da Europa e aventuras na América do Sul, os viajantes com orçamento limitado podem explorar muito com apenas US$ 20 a US$ 40 por dia. Este guia abrangente destaca 10 dos países mais baratos para visitar em 2026, com dicas detalhadas sobre alimentação, albergues ( e outras acomodações econômicas), coisas gratuitas ou de baixo custo para fazer e transporte acessível em cada lugar. Quer você seja um mochileiro, um estudante em um ano sabático, um nômade digital ou simplesmente um viajante que deseja esticar seu orçamento, esses destinos oferecem experiências ricas que não vão estourar o orçamento.

Índia – Cultura vibrante com um orçamento apertado

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Foto de Sylwia Bartyzel no Unsplash

Há muito tempo a Índia é conhecida como um dos países mais baratos para se visitar, oferecendo uma incrível mistura de cultura vibrante, história e paisagens para viajantes econômicos. Dos bazares agitados de Délhi às praias de Goa e aos picos do Himalaia em Himachal, a diversidade da Índia só é igualada por sua acessibilidade. É possível viajar para cá com menos de US$ 25 por dia se você se limitar às opções locais. Os preços variam de acordo com a região (as grandes cidades e os pontos turísticos custam mais), mas, de modo geral, a Índia oferece um valor incrível pelo seu dinheiro.

Dormitórios em albergues

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₹350-500 (rúpias indianas) por noite, cerca de US$ 4-6 por uma cama em muitos albergues. Mesmo em cidades populares, é possível encontrar camas em dormitórios com essas tarifas ultrabaixas no Hostelworld ou em plataformas semelhantes. Optar por pousadas simples ou dormitórios de albergues mantém os custos de acomodação mínimos.

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Foto de Saktheeswaran Govindarajan no Unsplash

Comida de rua e refeições

Em geral, apenas US$ 1-3 por uma refeição local farta. Você pode comer saborosos pratos de rua como samosas, dosas ou um farto prato de thali por bem menos de ₹200 (US$ 2,50). Fique nos dhabas (pequenos restaurantes) locais ou nas barracas do mercado para uma culinária autêntica e econômica. Um curry vegetariano clássico com arroz ou roti pode custar apenas ₹100 (US$ 1,20). Água engarrafada ou uma xícara de chá chai com especiarias custa apenas algumas rúpias.

Transporte local

O transporte público é extremamente barato. Os ônibus urbanos ou as viagens de metrô custam apenas rúpias (centavos de dólar), e a extensa rede ferroviária da Índia é acessível e uma experiência em si. Uma passagem de trem de longa distância com leito pode custar apenas ₹150-350 (alguns dólares) para uma viagem de 200-400 km em classes não AC. Os trens noturnos também economizam uma noite de hospedagem. Os ônibus interurbanos administrados pelo governo também são baratos, embora um pouco mais lentos e menos confortáveis do que os serviços premium. Usar aplicativos como RedBus ou IRCTC para trens ajuda a encontrar as melhores ofertas.

Dicas de orçamento diário

Os mochileiros econômicos podem se virar com cerca de US$ 20-30 por dia na Índia, hospedando-se em quartos econômicos, comendo comida local e usando ônibus/trem. Mesmo acrescentando um mimo ocasional – um ônibus com ar-condicionado ou uma refeição em restaurante – não ultrapassará muito os US$ 30 a US$ 40 na maioria dos dias. Uma grande despesa a ser planejada são as taxas de entrada nos principais pontos turísticos. Por exemplo, visitar o Taj Mahal custa ₹1.300 (cerca de US$ 16) para estrangeiros – mais do que o orçamento de um dia para viajantes ultrafrágeis -, mas esses gastos valem a pena e são compensados por muitas atrações gratuitas (templos, mercados, parques etc.) em todo o país.

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Foto de Muhil Mohan no Unsplash

O que fazer

Muitos dos destaques da Índia podem ser aproveitados por pouco ou nenhum custo. Passeie por templos antigos e bazares (mercados) coloridos gratuitamente, caminhe até os fortes no topo das colinas ou relaxe nas praias públicas de Goa – tudo sem pagar um centavo. Cidades como Varanasi ou Amritsar oferecem ricas experiências culturais (assistir à cerimônia Ganga Aarti ou visitar o Templo Dourado) essencialmente de graça. As taxas de entrada em museus e visitas guiadas geralmente custam apenas alguns dólares. Passeios em grupo baratos ou passeios turísticos DIY (faça você mesmo) podem levá-lo a lugares icônicos como os palácios de Jaipur ou os remansos de Kerala com um orçamento limitado. Os voos internos e os táxis particulares são mais caros, portanto, opte por trens e ônibus sempre que possível. Ao adotar a comida local, o transporte local e as experiências locais, a Índia oferece uma viagem imersiva que é incrivelmente econômica.

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Foto de Silver Ringvee no Unsplash

Vietnã – Comida de rua, história e natureza por menos

O Vietnã é outro favorito dos mochileiros que oferece uma grande recompensa por um custo muito baixo. Apesar do rápido desenvolvimento e de uma economia crescente, o Vietnã continua sendo um dos países mais baratos para se visitar na Ásia. Esse país tem de tudo: comida de rua deliciosa, história fascinante, cidades agitadas, campo sereno e até praias tropicais – e você pode aproveitar tudo isso com um orçamento apertado.

Acomodações

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Os dormitórios e pousadas de albergues no Vietnã são abundantes e baratos. Uma noite em um hotel econômico ou pousada limpa e confortável pode custar de US$ 10 a US$ 15. Na verdade, cerca de US$ 14 por noite podem lhe proporcionar um quarto privativo decente, e as camas de dormitório geralmente custam bem menos de US$ 10 em muitas áreas. Procure albergues que incluam café da manhã gratuito ou que tenham cozinhas comunitárias para economizar ainda mais.

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Foto de Vy Huynh no Unsplash

Alimentos

A culinária vietnamita é mundialmente famosa, e comer no local é delicioso e econômico. Uma tigela de pho ou um sanduíche banh mi na rua geralmente custa apenas US$ 1 a US$ 2, e você terá dificuldade para gastar mais do que alguns dólares por refeição se ficar em restaurantes locais. Mesmo em restaurantes, muitos pratos podem custar de US$ 3 a US$ 5. Os mercados de comida de rua são seus melhores amigos – pegue alguns rolinhos primavera frescos, pratos de macarrão de arroz ou um farto cơm bình dân (prato econômico de arroz) por alguns trocados. Acompanhe com uma xícara de café gelado vietnamita por menos de US$ 1.

Bebidas

Não perca a famosa cerveja barata do Vietnã – bia hoi (cerveja fresca) – que pode custar apenas US$ 0,25 o copo nas barracas locais. Sem dúvida, é a cerveja mais barata do mundo! Tomar uma cerveja gelada em um banquinho de esquina é uma experiência essencial (e quase comicamente barata) no Vietnã. A água engarrafada também é muito acessível (cerca de US$ 0,50 ou menos), mas considere levar um filtro ou usar estações de recarga para economizar dinheiro e plástico.

Transporte

É fácil se locomover pelo Vietnã com um orçamento limitado. Em cidades como Hanói e Ho Chi Minh City, use ônibus públicos ou mototáxis compartilhados (GrabBike) que geralmente custam menos de US$ 2 para viagens entre cidades. Os ônibus e trens de longa distância são muito baratos – um ônibus de turismo aberto de Hanói para Hue ou Da Nang pode custar de US$ 10 a US$ 15. O trem Reunification Express é uma maneira panorâmica de viajar de norte a sul; um beliche de Hanói a Saigon pode custar de US$ 25 a US$ 30 se reservado com antecedência. Para economizar ao máximo, muitos mochileiros alugam ou compram uma motocicleta barata para explorar o país em seu próprio ritmo (apenas dirija com cuidado!). Os voos domésticos são convenientes, mas geralmente custam mais do que as viagens terrestres – eles ainda são razoavelmente baratos se reservados com antecedência, mas os ônibus noturnos economizam dinheiro e uma noite de acomodação.

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Foto de Jakob Owens no Unsplash

Atividades gratuitas e baratas

O Vietnã oferece muitas aventuras de baixo custo. Muitos de seus pontos turísticos culturais – como passear pelo bairro antigo de Hanói, explorar as ruas iluminadas por lanternas de Hoi An ou visitar os museus de guerra na cidade de Ho Chi Minh – são gratuitos ou custam apenas um ou dois dólares em taxas de entrada. As atrações naturais, como os cársticos de calcário de Tam Coc ou as praias de Da Nang, podem ser apreciadas com taxas mínimas (geralmente apenas uma pequena taxa de parque ou barco). O aluguel de uma bicicleta por cerca de um dólar é uma ótima maneira de conhecer cidades como Hue ou o interior. Embora as atrações mais famosas, como os cruzeiros na Baía de Ha Long ou as excursões guiadas às cavernas em Phong Nha, custem mais, elas podem ser feitas com um orçamento limitado, escolhendo opções de excursões básicas ou excursões em grupo. De modo geral, com seus baixos custos diários e riqueza de experiências, o Vietnã é um destino obrigatório para qualquer viajante que busque valor.

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Camboja – Templos antigos e achados ultraeconômicos

O Camboja está sempre no topo de qualquer lista dos países mais baratos para se visitar, e por um bom motivo. Essa nação do sudeste asiático oferece um retorno incrível para seu dinheiro – desde os imponentes templos de Angkor até os mercados animados e as ilhas intocadas, tudo isso por uma fração do custo que você gastaria em outro lugar. Muitos mochileiros, na verdade, guardam o Camboja para o final de sua viagem ao Sudeste Asiático porque o custo da viagem aqui é muito baixo (seus dólares restantes são mais baratos no Camboja).

Acomodações econômicas

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O Camboja tem algumas das acomodações mais baratas do mundo para viajantes. Se você estiver disposto a se hospedar em pousadas simples, casas de família ou dormitórios de albergues, muitas vezes é possível encontrar uma cama por apenas alguns dólares. Em áreas populares, como Phnom Penh ou Siem Reap, as camas em dormitórios de albergues custam de US$ 4 a US$ 6 por noite em propriedades econômicas, e cerca de US$ 10 lhe darão um quarto privativo bem básico. Nas áreas rurais, as hospedagens em casas de família podem ser incrivelmente baratas, geralmente por cerca de US$ 10 por noite, incluindo refeições com uma família local (uma experiência cultural incrível, além de economia!). Até mesmo os hotéis de médio porte no Camboja são acessíveis em comparação com outros lugares; no entanto, se você optar por albergues e pousadas locais, seu orçamento será maximizado. Viajar na baixa temporada (abril-outubro) pode lhe render tarifas ainda melhores, pois muitas acomodações oferecem descontos para estadias longas ou reservas fora do horário de pico.

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Foto de PHEAP MOEU no Unsplash

Alimentos e bebidas

Comer no Camboja é deliciosamente barato se você optar pela comida local. Vendedores ambulantes e pequenos restaurantes vendem pratos como bai sach chrouk (carne de porco grelhada e arroz) ou amok curry por apenas US$ 1 a US$ 3 o prato. Uma tigela de macarrão ou de arroz frito pode custar em torno de US$ 2. A comida ocidental ou as refeições em restaurantes turísticos custarão mais caro, mas o fato de se ater aos mercados locais mantém os custos baixos. Uma vantagem famosa do Camboja: a cerveja é extremamente barata. Nos bares para mochileiros e até mesmo em muitos restaurantes, um copo de chope local pode custar cerca de US$ 0,50 (sim, cinquenta centavos por uma cerveja!). As promoções de happy hour em lugares como o Pub Street de Siem Reap ou o Riverside de Phnom Penh geralmente têm cervejas de US$ 0,50 a US$ 1 e coquetéis de US$ 1,50. Até mesmo os smoothies de frutas ou cafés gelados das barracas de rua costumam custar menos de US$ 1. Assim, você pode comer e beber à vontade sem gastar muito.

Transporte

A locomoção no Camboja e na região é econômica. O transporte da cidade depende de tuk-tuks, mototáxis e alguns ônibus públicos. Sempre negocie as tarifas do tuk-tuk com antecedência (uma viagem curta pode custar de US$ 1 a US$ 2 na cidade). Para viagens interurbanas, o Camboja oferece serviços de ônibus acessíveis. Por exemplo, um ônibus de Phnom Penh para Siem Reap pode custar de US$ 8 a US$ 12. Há também vans compartilhadas (micro-ônibus) ainda mais baratas, embora possam ser apertadas. A rede não é tão extensa quanto a dos vizinhos Tailândia ou Vietnã, mas cobre as principais rotas de forma barata. Além disso, o Camboja está bem conectado a outros centros do Sudeste Asiático por meio de companhias aéreas econômicas, que geralmente têm tarifas muito baixas para Phnom Penh ou Siem Reap. Se estiver vindo de outro lugar da região, fique de olho nas promoções de companhias aéreas como a AirAsia ou a VietJet – você pode conseguir um voo por menos de US$ 50.

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Foto de allPhoto Bangkok no Unsplash

Destaques econômicos

A atração número um, Angkor Wat e o Parque Arqueológico de Angkor, é uma experiência imperdível, mas é uma das despesas mais caras no Camboja. Um passe de 1 dia custa cerca de US$ 37, portanto, faça um orçamento para isso (considere um passe de 3 dias por US$ 62 se tiver tempo; é um valor melhor por dia). Além de Angkor, a maioria das outras atividades é muito barata. Você pode visitar o memorial Killing Fields ou o Museu do Genocídio Tuol Sleng em Phnom Penh por apenas alguns dólares de entrada. Muitos templos, pagodes e mercados em todo o país podem ser visitados gratuitamente. Os amantes da natureza podem fazer caminhadas em parques nacionais (taxas mínimas de entrada) ou visitar cachoeiras por uma pequena taxa ou doação. No litoral, lugares como a ilha de Koh Rong oferecem pousadas econômicas e passeios gratuitos pela praia e mergulho com snorkel (basta pegar uma balsa de baixo custo para chegar lá). Os mercados noturnos nas cidades podem ser explorados gratuitamente e oferecem ótimos jantares baratos com comida de rua. De modo geral, o Camboja permite que você conheça uma história profunda e uma cultura calorosa com um orçamento de mochileiro.

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Foto de Meghraj Neupane no Unsplash

Nepal – Caminhadas no Himalaia sem altos custos

Para os viajantes que sonham com paisagens do Himalaia e ricas experiências culturais, o Nepal é um destino dos sonhos – e, felizmente, também é muito gentil com seu orçamento. Situado entre a Índia e o Tibete, o Nepal oferece lendárias rotas de trekking, templos antigos e cidades coloridas como Katmandu e Pokhara, tudo isso a preços que o colocam entre os países mais baratos para se visitar. A menos que esteja fazendo expedições intensivas de montanhismo, o Nepal é extremamente acessível para viagens diárias.

Custo de vida e orçamento diário

O custo geral do Nepal para viajantes econômicos gira em torno de US$ 25 a US$ 30 por dia, ou até menos se você for frugal. De fato, de acordo com o conselho de turismo do Nepal, o visitante médio nos últimos anos gastou cerca de US$ 44/dia – e isso inclui mais pessoas com gastos médios, o que significa que muitos mochileiros conseguem sobreviver com muito menos. A fraqueza da rúpia nepalesa em relação às principais moedas fez com que viajar para cá fosse um negócio ainda melhor do que há alguns anos. Hospedando-se em albergues ou casas de chá (alojamentos simples), comendo comida local e usando o transporte local, você pode aproveitar as maravilhas do Nepal com um orçamento muito baixo.

Acomodação

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No distrito de mochileiros de Thamel, em Katmandu, ou em Pokhara, à beira do lago, as camas em dormitórios de albergues costumam custar entre US$ 5 e US$ 10 por noite (600 a 1200 NPR), geralmente incluindo Wi-Fi e, às vezes, café da manhã. As pousadas familiares também são comuns e podem custar de US$ 10 a US$ 15 por um quarto duplo privativo, uma ótima opção para casais ou amigos que queiram dividir os custos. Na zona rural ou em rotas de trekking, as pousadas de chá são extremamente baratas: espere pagar apenas alguns dólares por noite por um quarto básico (geralmente a expectativa é que você jante e tome o café da manhã lá, o que ajuda os proprietários). Esses alojamentos nas montanhas podem cobrar apenas NPR 300-500 (US$ 2,50 a US$ 4) por noite por uma cama. De modo geral, a hospedagem será uma das menores parcelas de seu orçamento no Nepal.

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Foto de Abhishek Sanwa Limbu no Unsplash

Alimentos

O Nepal oferece comida saborosa e farta, perfeita para viajantes com poucos recursos. O prato básico dal bhat tarkari (sopa de lentilha, arroz e curry de legumes) não só é delicioso e pode ser consumido à vontade em muitos lugares, mas também custa normalmente apenas US$ 1,50 a US$ 3 nos restaurantes locais. Comidas de rua como momos (bolinhos de massa) podem custar entre NPR 150 e 200 por um prato (cerca de US$ 1 a US$ 1,50). Aproveite os favoritos locais: se você adquirir um gosto por momos, poderá comer muito barato em qualquer lugar. Em geral, os lanches de rua e as pequenas refeições em cafeterias no Nepal podem custar menos de US$ 2. A comida ocidental e o café nos enclaves turísticos serão mais caros (talvez de US$ 5 a US$ 7 por refeição), mas se limitar aos restaurantes nepaleses manterá seus custos baixos. Mesmo em Katmandu, você pode comer refeições fartas de chow mein, arroz frito ou sopa thukpa por apenas alguns dólares.

Transporte

O transporte local no Nepal é acessível, embora possa ser lento. Nas cidades, os ônibus públicos ou tempos compartilhados (ônibus minivan) custam apenas alguns centavos para se locomover (por exemplo, 20 NPR, ou US$ 0,15, para uma viagem curta). Os táxis em áreas urbanas como Katmandu começam em torno de NPR 400-700 (US$ 3 a US$ 6) para viagens entre cidades – sempre pechinche ou insista no taxímetro. Para viagens interurbanas, os ônibus turísticos entre pontos populares (como Katmandu para Pokhara) custam em torno de US$ 8 a US$ 10 e são mais seguros e confortáveis do que os ônibus locais (que são ainda mais baratos, mas muito lotados e esburacados). Há também alguns voos domésticos que ligam as cidades às montanhas (por exemplo, Katmandu a Lukla para as caminhadas na região do Everest), mas esses são relativamente caros (geralmente US$ 100 só de ida) – eles podem ser evitados se você estiver realmente com um orçamento apertado, fazendo longas viagens de ônibus ou simplesmente caminhando a partir de trilhas acessíveis por estrada. Em cidades como Katmandu, você também pode alugar uma bicicleta para o dia por um ou dois dólares ou simplesmente explorar a pé (caminhar pelas praças e becos medievais de Katmandu é uma atração por si só).

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Foto de Sebastian Pena Lambarri no Unsplash

Atividades e trekking

Os maiores atrativos do Nepal são os locais culturais e as oportunidades de trekking. Felizmente, muitas experiências culturais são muito baratas: as taxas de entrada em templos e museus normalmente custam apenas algumas centenas de rúpias (US$ 2 a US$ 5). Por exemplo, visitar a Boudhanath Stupa ou a Patan Durbar Square custa apenas uma pequena taxa. Passeios a pé gratuitos estão disponíveis em Katmandu para explorar mercados e áreas históricas sem nenhum custo (dicas são bem-vindas). O trekking é um dos principais motivos pelos quais as pessoas visitam o Nepal, e pode ser feito com um orçamento limitado. Se você for de forma independente (sem um guia/portador) em rotas populares como o Circuito Annapurna ou o Acampamento Base do Everest, seus principais custos serão as permissões (cartão TIMS e taxas de parques nacionais/conservação, que podem totalizar cerca de US$ 50 a US$ 60) e, em seguida, alimentação e hospedagem ao longo da trilha. A hospedagem em casas de chá é barata, conforme mencionado, e as refeições podem ser um pouco mais caras nas montanhas (talvez de US$ 5 a US$ 7 por refeição, devido à dificuldade de transporte de mercadorias), mas ainda assim razoáveis. Muitos trekkers relatam que gastam menos de US$ 30 por dia, mesmo durante o trekking, desde que não façam alarde com muitas guloseimas ocidentais. Para aventuras ultraeconômicas, há trilhas mais curtas (como a trilha Poon Hill) com custos mínimos de permissão. Sempre reserve um pouco mais para o aluguel de equipamentos ou quaisquer despesas imprevistas, mas, em comparação com os custos de trekking em outros países, o Nepal é uma pechincha. Em suma, o Nepal oferece aos viajantes paisagens montanhosas de classe mundial e experiências culturais espirituais sem exigir muito dinheiro.

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Indonésia – Paraíso econômico além de Bali

A Indonésia é um vasto arquipélago com mais de 17.000 ilhas, e é o sonho de qualquer viajante econômico quando você se aventura além dos pontos mais turísticos. Muitos conhecem Bali como um destino popular (e relativamente acessível), mas a Indonésia tem inúmeras outras regiões que são ainda mais baratas e ricas em beleza natural e cultura. De Java e Sumatra a Lombok e Sulawesi, você pode encontrar praias imaculadas, selvas exuberantes e cidades vibrantes, tudo a preços acessíveis para mochileiros. Mesmo com algumas ilhas que exigem voos ou balsas, a Indonésia continua sendo um dos países mais baratos para visitar para aqueles que desejam viajar de forma simples e inteligente.

Acomodações

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Os albergues e pensões na Indonésia são geralmente baratos e de boa qualidade. Em muitas partes do país, você raramente pagará mais de US$ 10 por uma cama em um dormitório. Em cidades menos turísticas, as camas em dormitórios podem custar de US$ 5 a US$ 7. Até mesmo Bali, embora seja mais cara do que em outras partes da Indonésia, ainda tem albergues na faixa de US$ 7 a US$ 12 por noite para dormitórios. Fora de Bali, seu dinheiro vai mais longe: por exemplo, em ilhas como Java ou Sulawesi, cerca de US$ 12 podem lhe render um quarto privativo básico em uma pousada ou casa de família com ar-condicionado. As casas de família são uma fantástica opção econômica na Indonésia – os habitantes locais alugam quartos simples, geralmente com café da manhã, por preços muito baixos (e você pode experimentar a hospitalidade local). Se você planeja ficar mais tempo em um local, pergunte sobre as tarifas semanais, que podem ser ainda mais baratas.

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Foto de Shibupavizha George no Unsplash

Alimentos

A comida indonésia é deliciosa, diversificada e extremamente econômica. Um prato de nasi goreng (arroz frito) ou mie goreng (macarrão frito) em uma barraca de rua pode custar em torno de 15.000-20.000 IDR (~$1 ou menos). Warungs – pequenos restaurantes familiares – oferecem uma variedade de pratos como curries, sopas e a famosa salada gado-gado, geralmente por menos de US$ 2 o prato. Em muitos lugares locais, é possível obter uma refeição farta (com arroz, legumes e uma porção de carne) por cerca de 30.000 a 40.000 IDR, o que equivale a aproximadamente US$ 2. Lanches de rua, como espetinhos de satay, bolinhos de banana ou bakso (sopa de almôndegas), costumam custar menos de US$ 1. Mesmo que você decida comer ocasionalmente em uma praça de alimentação de shopping ou em um café para turistas, o preço pode ser de US$ 4 a US$ 6, o que ainda é relativamente barato em comparação com os países ocidentais. Para dar um exemplo de como o orçamento pode ser favorável: em províncias menos turísticas, um simples prato de stir-fry ou macarrão em um restaurante casual pode custar apenas US$ 2 a US$ 2,50. Com tantas frutas frescas, também é possível tomar sucos de frutas exóticas ou shakes por menos de um dólar cada.

Transporte

O deslocamento entre ilhas na Indonésia pode ser o maior desafio em termos de orçamento devido às distâncias. Entretanto, se você se concentrar em uma região ou em um grupo de ilhas próximas, poderá manter os custos de transporte baixos. Em uma única ilha grande, como Java, é possível viajar de ponta a ponta por meio de trens ou ônibus a preços acessíveis. Por exemplo, uma viagem de trem de 8 horas em Java pode custar cerca de US$ 10 a US$ 15 na classe econômica. Os ônibus locais, embora lentos, são muito baratos (apenas alguns dólares por várias horas de viagem, embora possam ser apertados). Nas cidades, use aplicativos de carona como Gojek ou Grab para pegar mototáxis baratos, que geralmente custam US$ 1 ou US$ 2 para viagens curtas. As balsas entre ilhas próximas (por exemplo, Java para Bali ou Bali para Lombok) custam apenas alguns dólares. As balsas de longa distância (ou os navios Pelni de pernoite) entre ilhas distantes também têm preços razoáveis, mas levam tempo. Se você quiser conhecer várias ilhas distantes, como Sumatra , Flores e Sulawesi, em uma única viagem, talvez seja necessário fazer um orçamento para alguns voos domésticos. A boa notícia é que as companhias aéreas indonésias de baixo custo (AirAsia, Lion Air, etc.) costumam fazer promoções – às vezes, você pode voar por US$ 30 ou US$ 40 se reservar com antecedência. Para manter os custos baixos, muitos viajantes escolhem uma região (por exemplo, Bali-Lombok-Komodo ou Java-Borneo) em vez de tentar ver tudo de uma só vez. O transporte terrestre e marítimo sempre será mais barato do que voar, além de proporcionar mais aventura local.

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Foto de Alfiano Sutianto no Unsplash

Experiências de baixo custo

A variedade de atividades na Indonésia é enorme, e muitas são gratuitas ou baratas. As praias, é claro, são gratuitas – e com tantas ilhas, você tem uma infinidade de litorais para escolher. Você pode relaxar nas praias de Bali, surfar em Lombok ou encontrar uma faixa de areia deserta em Flores sem nenhuma taxa de entrada. O mergulho com snorkel é uma atividade popular que pode ser feita da costa em muitos lugares (basta alugar uma máscara por alguns dólares). A visita a templos como Borobudur ou Prambanan, em Java, custa menos de US$ 25 pela entrada, o que é um gasto excessivo para os padrões locais, mas vale a pena para esses locais da UNESCO. As caminhadas em vulcões como o Monte Bromo ou o Monte Batur geralmente envolvem uma pequena taxa do parque (cerca de US$ 2-3) ou um guia, se necessário (que às vezes pode ser dividido em um grupo). Muitas cachoeiras, terraços de arroz (como o famoso Tegalalang, em Bali) e vilarejos culturais têm entrada gratuita ou pedem uma pequena doação de 5.000 a 10.000 IDR (centavos). As atrações da cidade, como o palácio do sultão ou os museus de Yogyakarta, custam apenas um ou dois dólares. Além disso, lembre-se de que a natureza é o parque de diversões da Indonésia: você pode fazer caminhadas nas selvas (algumas, como partes de Sumatra ou Kalimantan, exigem permissões ou taxas de guia baratas), visitar centros de reabilitação de orangotangos (Bukit Lawang tem guias por cerca de US$ 10 a US$ 20 para uma caminhada de um dia) ou assistir ao nascer do sol de um mirante na montanha por quase nada. Como dica bônus, se você for um nômade digital ou um viajante lento, algumas partes da Indonésia (como Ubud, em Bali, ou Canggu) oferecem aluguéis mensais e acordos de trabalho conjunto que tornam as estadias mais longas muito econômicas. Em resumo, a Indonésia pode ser tão barata quanto você quiser – especialmente quando você sair do caminho batido de Bali, você descobrirá um paraíso ultraeconômico.

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Foto de Anna Berdnik no Unsplash

Turquia – Valor e cenário do encontro entre o Oriente e o Ocidente

Abrangendo dois continentes, a Turquia oferece uma mistura exótica de Europa e Ásia – e é surpreendentemente econômica para os viajantes. Nos últimos anos, a lira turca sofreu uma flutuação significativa e, embora a inflação tenha aumentado os preços locais, para os visitantes estrangeiros com moeda forte, a Turquia ainda continua sendo um país relativamente barato para se visitar, de acordo com os padrões globais. Dos bazares agitados de Istambul às paisagens de contos de fadas da Capadócia e às praias ensolaradas da Costa Turquesa, a Turquia oferece muita aventura a um custo baixo.

Acomodações

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Os viajantes com orçamento limitado na Turquia encontrarão muitas opções econômicas. Albergues e pousadas em cidades como Istambul, Izmir ou Antalya oferecem camas em dormitórios, geralmente na faixa de US$ 10 a US$ 15 por noite, às vezes até incluindo o café da manhã. Quartos privativos em hotéis econômicos ou pensões podem ser encontrados por US$ 20 a US$ 30 em muitas áreas, com tarifas ainda mais baratas em cidades menos conhecidas. Nas regiões menos turísticas do leste, você pode conseguir um quarto simples em uma pousada por menos de US$ 15. Se estiver viajando em dupla ou em grupo, dividir o aluguel de um quarto ou apartamento particular também pode reduzir os custos individuais. De modo geral, a acomodação na Turquia tem um ótimo custo-benefício. Muitas vezes, é possível encontrar charmosas pousadas familiares com telhados ou pátios a preços de albergue.

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Foto de Victoria Morgan no Unsplash

Alimentos

A culinária turca é deliciosa e barata se você comer como um morador local. A comida de rua e os restaurantes locais manterão seu orçamento de alimentação muito baixo. Por exemplo, você pode comer um sanduíche döner kebab ou um dürüm turco tipo burrito por cerca de 30 a 40 TRY (liras turcas), aproximadamente US$ 1 a US$ 2, até o momento. 2025 Refeições tradicionais em restaurantes simples – pense em pratos de pilav (arroz) com feijão, pide (pizza turca) saborosa ou uma sopa de lentilha saudável – podem custar apenas US$ 3 a US$ 5. Um dia inteiro de refeições locais saborosas pode facilmente custar menos de US$ 10 no total, se você se limitar a barracas de rua e cafés locais. Não deixe de experimentar o simit (pão de gergelim) dos carrinhos de rua para um café da manhã rápido (custa apenas algumas liras, meros centavos). Em restaurantes com mesas, especialmente fora dos centros turísticos, um jantar completo de mezze (aperitivos) e um prato principal pode custar de US$ 8 a US$ 12 por pessoa, o que ainda é uma pechincha pela qualidade e pelas porções. E se você gosta de café ou chá, uma ótima notícia: O chá turco geralmente é gratuito ou tem um preço simbólico nos locais, e uma xícara de café turco rico geralmente custa cerca de US$ 1,50 ou mais.

Transporte

A Turquia tem um sistema de transporte bem desenvolvido e econômico. Em Istambul, um Istanbulkart permite viagens em bondes, metrôs, ônibus e balsas por apenas TRY 15-30 (cerca de US$ 0,50 a US$ 1) por viagem – um negócio fantástico para explorar essa megacidade de forma barata. As viagens interurbanas também não custam caro: os ônibus de longa distância são confortáveis e acessíveis (por exemplo, um ônibus de Istambul para a Capadócia, de aproximadamente 10 a 12 horas, pode custar cerca de US$ 20 ou menos, geralmente com lanches e bebidas servidos a bordo!) Os ônibus da Turquia são conhecidos pelo ótimo serviço e pelas partidas frequentes; eles são a opção ideal para o viajante econômico percorrer grandes distâncias. Para viagens mais rápidas, os voos domésticos em companhias aéreas econômicas, como a Pegasus ou a AnadoluJet, podem ser bem razoáveis, geralmente abaixo de US$ 50, se reservados com antecedência. Dentro das cidades, os dolmuş (micro-ônibus compartilhados) locais são uma maneira conveniente de se locomover por apenas algumas liras por viagem. Os táxis são relativamente mais caros, mas ainda assim mais baratos do que na Europa Ocidental ou na América do Norte. Os trens são limitados, mas, notavelmente, o trem noturno de Istambul para Ancara ou para o leste da Turquia (como o Dogu Express para Kars) é uma experiência e um roubo de preço se você reservar um assento ou um leito simples. Em resumo, seja de ônibus, avião ou balsa, viajar pela Turquia não vai estourar seu orçamento.

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Foto de Victoria Morgan no Unsplash

Passeios turísticos e atividades

Muitos dos maiores prazeres da Turquia são gratuitos ou baratos. Passear pelas ruas históricas de Istambul, visitar suas grandes mesquitas (a Mesquita Azul, a Mesquita Süleymaniye etc.) e percorrer o Grand Bazaar ou o Egyptian Bazaar, com cheiro de especiarias, não custa nada. Pontos turísticos icônicos como a Hagia Sophia agora funcionam como uma mesquita com entrada gratuita (fora dos horários de oração), enquanto o Palácio Topkapi ou a antiga cidade de Éfeso têm taxas de entrada (cerca de US$ 10 a US$ 15), mas valem bem o preço. Uma atitude inteligente é investir em um Museum Pass se você planeja visitar muitos locais pagos; isso pode economizar dinheiro em Istambul ou em outras regiões. Muitas atrações, entretanto, permanecem gratuitas: você pode caminhar até os mirantes da Capadócia para ver dezenas de balões de ar quente ao nascer do sol (grátis!), passear pelos terraços de travertino branco de Pamukkale por uma pequena taxa (cerca de US$ 10) ou explorar vilarejos e mercados pitorescos sem custo. As praias ao longo da Costa Turquesa (Antalya, Fethiye, etc.) são gratuitas, talvez com uma pequena taxa para aluguel de espreguiçadeiras, se você preferir. Há muitas experiências acessíveis: pegue uma balsa no Bósforo pelo preço de uma tarifa de trânsito local, participe de passeios a pé gratuitos nas cidades ou relaxe em jardins de chá conversando com os simpáticos habitantes locais. Mesmo as experiências exclusivas da Turquia podem ser feitas de forma econômica – por exemplo, um autêntico hammam (banho turco) em uma área não turística pode custar de US$ 15 a US$ 20. Com sua mistura de maravilhas culturais gratuitas e prazeres de baixo custo, a Turquia prova que é possível viver bem com um orçamento de mochileiro.

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Foto de Anton Atanasov no Unsplash

Bulgária – A pechincha da Europa com história e natureza

Se você está procurando explorar a Europa sem os altos preços europeus, a Bulgária deve estar no topo da sua lista. Situada nos Bálcãs, com litoral no Mar Negro, a Bulgária oferece cidades históricas, montanhas deslumbrantes e cultura calorosa – tudo isso a um dos preços mais baixos da Europa. Ela é frequentemente citada como o país mais barato para se visitar na Europa e, de fato, os mochileiros podem viver confortavelmente com menos de US$ 40 por dia aqui. A Bulgária usa o lev (BGN) como moeda, mas mesmo que você tenha em mãos euros, dólares ou libras, verá que seu dinheiro rende muito.

Acomodações

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Os preços das acomodações na Bulgária são surpreendentemente baixos. Os dormitórios de albergues costumam custar menos de US$ 15 por noite, mesmo na capital, Sofia. Em muitos lugares, é possível encontrar uma cama de dormitório por US$ 8 a US$ 12. Os quartos privativos em albergues ou pensões geralmente variam de US$ 20 a US$ 30. Se estiver viajando em dupla, às vezes é possível conseguir um quarto duplo privativo por aproximadamente o mesmo preço de duas camas de dormitório – ótimo para um pouco mais de conforto com um orçamento limitado. Fora do pico do verão na costa do Mar Negro, os preços dos hotéis são muito razoáveis. Em cidades menores ou vilarejos nas montanhas, as pousadas familiares podem oferecer quartos por apenas US$ 15 a US$ 20. Um fato interessante para os aventureiros com orçamento limitado: o acampamento selvagem é legal na Bulgária, portanto, se você tiver uma barraca e quiser economizar em hospedagem enquanto aprecia a natureza, poderá acampar gratuitamente em muitos lugares (basta seguir as diretrizes locais e não deixar rastros). De modo geral, encontrar um lugar limpo e econômico para dormir na Bulgária é geralmente fácil e barato, especialmente em comparação com a Europa Ocidental.

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Foto de Stefan Vladimirov no Unsplash

Alimentos

A culinária búlgara é farta, deliciosa e perfeitamente adequada para viajantes com orçamento limitado. Se você optar pela culinária búlgara em tabernas locais (mehanas) ou restaurantes, encontrará porções enormes a preços baixos. Uma refeição típica de salada shopska (salada de pepino, tomate e queijo) e kebapche (rolinhos de carne grelhada) com pão pode custar apenas 10-15 BGN (cerca de US$ 5 a US$ 8) em um restaurante casual. As opções de comida de rua, como banitsa (massa folhada com queijo), geralmente custam menos de US$ 2 e são um ótimo café da manhã ou lanche barato. Se estiver cozinhando para si mesmo, os mantimentos são baratos; os mercados locais vendem produtos frescos a preços muito baixos, e um pão custa menos de US$ 1. E não vamos nos esquecer das bebidas – a Bulgária é conhecida por seus vinhos e rakia (aguardente de frutas), que são muito acessíveis, mas até mesmo uma cerveja em um pub costuma custar apenas cerca de 2-3 BGN (cerca de US$ 1,50). Até mesmo um restaurante mais “caro” em uma cidade pode custar apenas US$ 10 a US$ 15 por pessoa, o que é relativamente barato. Ao se limitar a restaurantes locais, você pode manter seu orçamento diário de alimentação facilmente na faixa de US$ 5 a US$ 10, enquanto desfruta de refeições fartas.

Transporte

Locomover-se pela Bulgária não vai prejudicar suas finanças. O transporte público de Sofia (ônibus, bondes, metrô) custa cerca de 1,6 BGN por viagem (menos de US$ 1). Os ônibus e trens interurbanos conectam a maioria das cidades e vilas; eles não são apenas baratos, mas também uma ótima maneira de conhecer o interior. Por exemplo, um ônibus de Sófia para a costa do Mar Negro (Burgas ou Varna, aproximadamente 6 horas) pode custar cerca de 30 BGN (~US$ 16). Viagens mais curtas entre cidades como Sofia-Plovdiv ou Varna-Veliko Tarnovo podem custar de US$ 5 a US$ 10. Os trens são ainda mais baratos, embora um pouco mais lentos; no entanto, a viagem de trem pelos Bálcãs ou ao longo do Danúbio pode ser muito bonita. O aluguel de carro é uma opção se estiver viajando com amigos, com preços a partir de US$ 20 a US$ 25 por dia, mas observe que os preços da gasolina são comparáveis aos da Europa (mais altos do que nos EUA). Nas cidades, é muito viável caminhar – por exemplo, Sofia, Plovdiv e Veliko Tarnovo têm centros compactos que você pode explorar a pé gratuitamente. Os táxis na Bulgária são baratos se comparados aos da Europa Ocidental – apenas certifique-se de que eles usam o taxímetro; uma corrida na maioria das cidades pode custar apenas alguns dólares. Em suma, os custos de transporte na Bulgária são baixos, o que facilita a exploração de várias regiões com um orçamento apertado.

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Atividades

A Bulgária oferece uma grande variedade de atividades gratuitas e econômicas. Os aficionados por história vão adorar as igrejas antigas, os mosteiros e as ruínas romanas espalhadas por todo o país, muitas das quais custam apenas alguns dólares para entrar (se não forem gratuitas). Por exemplo, a entrada no Mosteiro de Rila, listado pela UNESCO, é gratuita (uma pequena taxa de museu é opcional), e passear pela cidade velha de Plovdiv ou pela fortaleza de Tsarevets em Veliko Tarnovo custa muito pouco. As caminhadas nas montanhas da Bulgária (Rila, Pirin, a cordilheira dos Bálcãs) são gratuitas e espetaculares. Há trilhas bem marcadas e até mesmo abrigos gratuitos em algumas áreas para os caminhantes. No inverno, a Bulgária tem algumas das pistas de esqui mais acessíveis da Europa (como Bansko ou Borovets), onde os passes de teleférico e os aluguéis são muito mais baratos do que nos resorts dos Alpes. Na costa do Mar Negro, o sol e a areia são gratuitos: as cidades de praia mais populares (Nessebar, Golden Sands) não cobram entrada para aproveitar a praia, e até mesmo o aluguel de um guarda-sol ou cadeira custa apenas alguns levas. Além disso, as cidades da Bulgária costumam ter passeios a pé gratuitos realizados por voluntários locais (Sofia tem um excelente passeio a pé gratuito). Os museus e galerias geralmente cobram taxas modestas (cerca de 5-10 BGN, US$ 3 a US$ 6). E se você gosta de vida noturna, a Bulgária não o decepcionará: as cidades têm bares animados, onde as bebidas são baratas, e você pode curtir música ao vivo ou clubes por uma fração do custo de outros lugares da Europa. Todos esses fatores combinados fazem da Bulgária um destino econômico fantástico, que supera em muito o seu peso em termos de experiências por dólar.

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Marrocos – o exótico norte da África com um orçamento limitado

O Marrocos, na encruzilhada da África e da Europa, atrai os viajantes com seus souks agitados, paisagens desérticas e culinária colorida – e faz isso sem exigir um orçamento alto. Essa joia do norte da África é muito gentil com a carteira, o que a torna um dos países mais baratos para se visitar fora da Ásia para viajantes preocupados com o orçamento. Quer esteja passeando pelas antigas medinas de Fez e Marrakech, caminhando pelas montanhas do Atlas ou surfando em Essaouira, o Marrocos oferece experiências ricas a baixo custo.

Acomodações

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No Marrocos, você pode viver como a realeza (modesta) com um orçamento de mochileiro. Os albergues estão amplamente disponíveis nas cidades e nos pontos turísticos, com camas em dormitórios geralmente em torno de US$ 8 a US$ 10 por noite e muitas vezes incluindo café da manhã gratuito (pense em chá de menta marroquino e pão com geleia). Muitos albergues no Marrocos são casas tradicionais (riads) lindamente projetadas e convertidas para os viajantes, proporcionando uma estadia com atmosfera por um custo muito baixo. Se os albergues não forem seu estilo, é possível encontrar pousadas econômicas e pequenos hotéis na faixa de US$ 15 a US$ 25 para quartos privativos. Em destinos menos turísticos, os preços podem ser ainda mais baixos. O Airbnb também está se popularizando – às vezes, um quarto privativo ou até mesmo um pequeno apartamento pode ser encontrado por menos de US$ 20, principalmente se você dividir com um parceiro de viagem. Para os mais aventureiros, há também a opção de acampar (ou fazer um passeio de camelo) no Saara – excursões em grupo com pernoite em um acampamento no deserto, incluindo refeições, podem custar de US$ 30 a US$ 50, se organizadas na cidade. Em geral, o Marrocos oferece um ótimo custo-benefício em termos de acomodação, especialmente se você gostar da atmosfera social dos albergues ou estiver aberto a pousadas locais simples.

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Foto de HamZa NOUASRIA no Unsplash

Alimentos

A comida marroquina é famosa por seu sabor, e você ficará feliz em saber que ela também é muito acessível. As comidas de rua e de mercado são as mais baratas: um khobz (pão redondo) fresco com azeitonas e queijo de uma barraca de mercado pode custar menos de 10 MAD (dirhams marroquinos), o que equivale a cerca de US$ 1. Em restaurantes locais, um prato farto de cuscuz ou tagine (ensopado cozido lentamente) pode ser servido por US$ 2 a US$ 4. Em áreas não turísticas, você pode encontrar facilmente refeições por menos de US$ 5 Lanches de rua, como tigelas fumegantes de bissara (sopa de ervilha) ou um sanduíche marroquino recheado, geralmente custam US$ 1 ou US$ 2. Se você se sentar em um restaurante simples na medina, uma refeição farta pode custar de 30 a 50 MAD (cerca de US$ 3 a US$ 5). Para quem gosta de doces, os doces marroquinos (como chebakia, ou biscoitos de amêndoa) custam apenas alguns centavos cada nas barracas das padarias. Além disso, não deixe de conhecer os animados mercados de alimentos: comprar frutas frescas, nozes e pães nos mercados locais é extremamente barato – os viajantes relatam que enchem uma sacola com produtos por menos de US$ 5 e cozinham refeições ou fazem piqueniques. Quanto às bebidas, fique com o icônico chá de menta, que geralmente custa 5-10 MAD (menos de US$ 1) nos cafés locais – além de ser refrescante, é uma experiência cultural por si só. O álcool é menos comum e relativamente caro devido ao fato de ser um país muçulmano (com exceção de alguns bares nas grandes cidades ou em resorts turísticos), portanto, muitos viajantes com orçamento limitado naturalmente gastam pouco com bebidas e economizam dinheiro.

Transporte

A rede de transporte do Marrocos facilita a locomoção com um orçamento limitado. Nas cidades, os petite taxis (pequenos táxis azuis ou vermelhos) são comuns – sempre insista no taxímetro; uma corrida dentro da cidade geralmente sai por apenas 20-30 MAD ($2-$3) ou até menos, o que os torna uma opção conveniente se você não estiver disposto a caminhar. Para viagens interurbanas, os ônibus são a opção ideal. Empresas como a CTM ou a Supratours oferecem ônibus confortáveis com ar-condicionado a tarifas muito razoáveis (por exemplo, cerca de 80-100 MAD, ou US$ 8 a US$ 10, para uma viagem de 4 a 5 horas entre as principais cidades). Até mesmo os ônibus de empresas menores ou os grand taxis (táxis compartilhados) são mais baratos, embora talvez menos confortáveis. A rede de trens no Marrocos também é excelente entre algumas cidades: os trens circulam entre Tânger, Rabat, Casablanca, Marrakech, Fez, etc., e são baratos e bastante eficientes. Por exemplo, uma passagem de trem de segunda classe de Casablanca para Marrakech (3 horas) pode custar em torno de 100-150 MAD (~$10-$15). Há também o moderno trem de alta velocidade (Al-Boraq) entre Tânger e Casablanca – um pouco mais caro, mas ainda assim com bom custo-benefício pelo tempo economizado. Dentro das cidades, grande parte da exploração pode ser feita a pé, especialmente nos bairros da antiga medina, onde os carros não podem circular. Os ônibus urbanos existem e são muito baratos (alguns dirhams por viagem), mas podem ser confusos para os recém-chegados; andar a pé ou usar táxis ocasionais costuma ser mais fácil e ainda mais barato. Se estiver planejando visitar várias cidades, considere um itinerário circular para minimizar o retorno, e você verá que os custos de transporte são muito acessíveis.

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Foto de Heidi Kaden no Unsplash

Experiências econômicas

Muitos dos encantos do Marrocos estão no simples fato de vivenciar o ambiente, o que custa pouco. Passear pelos vibrantes souks de Marrakech ou Fez é gratuito, embora seus sentidos fiquem tão seduzidos que talvez você queira comprar alguns souvenirs (lembre-se de pechinchar!). Visitar locais históricos, como as medersa (escolas islâmicas) ou palácios, geralmente custa apenas cerca de 20-70 MAD ($2-$7), se houver alguma taxa de entrada. A impressionante Mesquita Hassan II em Casablanca tem uma visita guiada por cerca de 140 MAD (~$ 14), uma das entradas mais caras, mas a maioria das outras atrações é mais barata. Muitos viajantes gostam de atividades baratas, como perder-se nas ruas pintadas de azul de Chefchaouen (grátis), fazer caminhadas nas Montanhas Atlas (praticamente grátis se não for guiado – você pode contratar um guia local por uma taxa modesta, se necessário, ou participar de uma caminhada em grupo econômica) ou visitar cooperativas locais (como fabricantes de óleo de argan ou de tapetes), que geralmente incluem demonstrações gratuitas. Uma aventura popular e econômica é um passeio de camelo pelo Saara a partir de Merzouga: muitas excursões têm preços competitivos (pesquise em Merzouga) e podem ser uma das noites mais memoráveis por cerca de US$ 40 com refeições incluídas. As praias do Marrocos, como as de Agadir ou da cidade surfista de Taghazout, são gratuitas; você pode pagar apenas pelo aluguel de uma prancha de surfe ou por um suco fresco na beira da praia. Experiências internas na cidade, como hammams (casas de banho) públicas, são muito baratas – talvez 10-20 MAD ($1-$2) de entrada se você for a uma local (traga seus próprios produtos de higiene pessoal), o que lhe dará um gostinho da verdadeira vida marroquina. Lembre-se de que alguns custos no Marrocos podem aumentar se você optar pela conveniência (por exemplo, passeios guiados de um dia ou motoristas particulares), mas a abordagem de mochileiro de usar o transporte público e explorar de forma independente ou com novos amigos manterá suas despesas baixas. Além disso, pechinchar por pechinchas nos mercados ou por serviços pode ser quase como um esporte divertido no Marrocos – e é esperado -, portanto, não hesite em negociar para manter seu orçamento intacto. Dito tudo isso, o Marrocos oferece uma aventura exótica que parece muito mais luxuosa do que você está pagando.

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Foto de Gabriel Ramos no Unsplash

Bolívia – A aventura econômica da América do Sul

No coração da América do Sul, a Bolívia se destaca como um país incrivelmente barato para se visitar – provavelmente o mais barato do continente – ao mesmo tempo em que oferece algumas das paisagens e aventuras mais surreais do planeta. Do vasto Salar de Uyuni aos agitados mercados de La Paz e às exuberantes regiões amazônicas, a Bolívia está repleta de experiências que fazem parte da lista de desejos e que têm preços acessíveis. É um destino épico para mochileiros econômicos, conhecido por suas maravilhas de alta altitude e rica cultura indígena.

Acomodações

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As opções de acomodação na Bolívia facilitam a manutenção dos custos baixos. Os albergues são onipresentes em centros de viajantes como La Paz, Sucre e Uyuni, com camas em dormitórios geralmente em torno de US$ 6 a US$ 10 por noite. Mesmo os melhores albergues (com bônus como café da manhã gratuito ou bares na cobertura) raramente ultrapassam US$ 12 por uma cama em dormitório. Se você preferir um quarto privativo, muitos albergues e hotéis econômicos oferecem quartos duplos ou twins por cerca de US$ 15 a US$ 20, ou seja, se você dividir com um amigo, ainda poderá pagar menos de US$ 10 cada. Não é incomum encontrar quartos individuais simples em pousadas por US$ 10 ou menos, especialmente fora das grandes cidades. Em geral, dormir na Bolívia pode ser muito barato, e o valor é bom – você geralmente tem chuveiros quentes, Wi-Fi e outros itens básicos incluídos. Para aqueles que realmente querem economizar, alguns albergues permitem que você acampe em suas propriedades por uma pequena taxa e, em certas áreas rurais, o acampamento básico é uma opção (apenas esteja preparado para noites frias em alta altitude!)

Alimentação

Uma das alegrias da Bolívia é que comer fora é tão barato que cozinhar sua própria comida muitas vezes não vale o incômodo. As refeições locais, conhecidas como “almuerzos”, são um item básico na hora do almoço – geralmente incluem uma sopa, um prato principal (geralmente carne, arroz e batatas) e, às vezes, uma bebida, tudo por apenas 20-25 BOB (bolivianos), o que equivale a cerca de US$ 3 a US$ 4. A comida de rua é ainda mais barata: você pode comprar salteñas (empanadas salgadas assadas) por menos de US$ 1 cada, ou um sanduíche recheado (experimente o sanduíche de chola com carne de porco assada) por US$ 1 a US$ 2. Uma tigela de chola ou api (mingau de milho azul) com buñuelos (massa frita) no café da manhã pode custar US$ 1. Se estiver com vontade de tomar uma cerveja gelada, a cerveja local é barata – talvez US$ 2 por uma garrafa grande em um bar, ou menos ainda em uma loja. Os mercados bolivianos são fantásticos para refeições econômicas; você pode sentar-se em uma barraca de comida de mercado e saborear uma tigela quente de ensopado de frango ou papas rellenas (batatas recheadas) por apenas alguns dólares ou menos. Mesmo “esbanjando” em um restaurante turístico mais bacana em La Paz ou Santa Cruz, uma refeição pode custar de US$ 8 a US$ 10, o que ainda é bastante baixo para os padrões internacionais. Como bônus, as porções na Bolívia costumam ser fartas (repletas de carboidratos, como batatas, milho e arroz), de modo que você definitivamente fica satisfeito com o que paga.

Transporte

Viajar pela Bolívia, embora às vezes demorado devido ao terreno, é muito barato. Os ônibus e micro-ônibus locais dentro das cidades (como os micros e trufis em La Paz) custam apenas alguns bolivianos (centavos, na verdade). Os ônibus interurbanos são um dos principais meios de transporte; eles variam de básicos a semi-cama (assentos reclináveis). Uma típica viagem de ônibus de 3-4 horas pode custar cerca de 30-50 BOB ($4-$7). Por exemplo, o ônibus de La Paz para Copacabana pelo Lago Titicaca (cerca de 4 horas) geralmente custa menos de US$ 5. Um ônibus noturno de La Paz para Uyuni (10 horas) pode ser encontrado por US$ 10 a US$ 20, dependendo do nível de conforto. Há também algumas rotas de trem (como de Oruro a Uyuni) que são muito baratas e panorâmicas. Embora as estradas da Bolívia possam ser esburacadas, o baixo custo dos ônibus as torna toleráveis – além disso, você economiza em acomodação se a viagem for noturna. Os táxis nas cidades são acessíveis; muitas viagens dentro de La Paz ou Sucre podem custar de 10 a 20 BOB (US$ 1,50 a US$ 3), mas negocie ou certifique-se de que eles usem as tarifas fixas informais. Para os viajantes aventureiros, há também a opção de pegar caronas em táxis compartilhados ou até mesmo pedir carona em áreas rurais (o que não é incomum, mas sempre tenha o cuidado habitual). Existem voos domésticos (por exemplo, de La Paz a Rurrenabaque para a Amazônia), que são mais caros em relação às viagens terrestres, mas ainda assim mais baratos do que em muitos países (talvez US$ 80 só de ida). Se você tiver tempo, o ônibus é a opção mais econômica; se tiver um pouco mais de dinheiro do que tempo, um voo ocasional pode ser um gasto que vale a pena.

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Foto de Alain Bonnardeaux no Unsplash

Atividades

A Bolívia se destaca por oferecer aventuras de classe mundial a preços econômicos. Muitas entradas de museus ou taxas de turismo local custam apenas um ou dois dólares. Por exemplo, visitar o famoso mercado das bruxas em La Paz é gratuito (é apenas um mercado de rua), e a entrada para as ruínas de Tiwanaku custa cerca de 100 BOB (~US$ 15) com um guia, que é uma das taxas mais altas que você encontrará. Mas considere as aventuras maiores: uma excursão guiada de 3 dias ao Salar de Uyuni (incluindo hospedagem, alimentação e transporte por paisagens surreais do deserto) pode ser encontrada por cerca de US$ 120 a US$ 150 no total, o que é um valor incrível para o que é frequentemente descrito como uma experiência única na vida. Muitos outros passeios na Bolívia são igualmente acessíveis – você pode andar de bicicleta na “Estrada da Morte” (uma famosa viagem de mountain bike) por cerca de US$ 50 a US$ 60, incluindo equipamentos, ou fazer um passeio pelos pampas amazônicos por 3 dias por cerca de US$ 100. As taxas de entrada nos parques nacionais geralmente são mínimas (por exemplo, o Parque Nacional Madidi, na região amazônica, cobra uma pequena taxa). Os passeios a pé pela cidade (como em La Paz, Sucre) são baseados em gorjetas – essencialmente gratuitos, além da gorjeta que você decidir dar. Se você for um viajante independente, as caminhadas em lugares como a Cordilheira Real podem ser feitas de graça (se você tiver equipamento e experiência) ou você pode contratar guias locais por um custo relativamente baixo. Até mesmo atividades como festas ou socialização são baratas – a Bolívia tem uma cena ativa de mochileiros com bares e albergues que oferecem eventos noturnos, onde as bebidas podem custar 20 BOB (US$ 3) por um coquetel. Em resumo, seja para descer uma montanha de bicicleta, fazer um trekking de 5.000 m ou passear pelas ilhas do Lago Titicaca, você descobrirá que a Bolívia oferece experiências extraordinárias por um custo muito baixo. Não é de se admirar que muitos viajantes acabem prolongando sua estada na Bolívia – tanto o tempo quanto o dinheiro parecem se estender mais aqui do que em qualquer outro lugar.

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Foto de Marwan Abdalah no Unsplash

Nicarágua – o paraíso dos mochileiros econômicos da América Central

A Nicarágua é frequentemente aclamada como o paraíso dos viajantes econômicos da América Central. Com suas cidades coloniais, paisagens repletas de vulcões, praias deslumbrantes e habitantes locais amigáveis, a Nicarágua oferece um pouco de tudo – a preços que são uma fração dos da vizinha Costa Rica. Se você estiver viajando pela América Central ou procurando um refúgio tropical acessível, a Nicarágua deve estar no topo da sua lista como um dos países mais baratos para visitar em 2026.

Acomodações

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O cenário de albergues da Nicarágua é bem desenvolvido e extremamente acessível. É possível encontrar uma cama em um dormitório de albergue por menos de US$ 10 por noite, especialmente fora da capital. Em locais populares para mochileiros, como León, Granada ou San Juan del Sur, as camas em dormitórios geralmente variam de US$ 6 a US$ 10. Até mesmo os albergues mais bem avaliados ( com piscinas, panquecas grátis no café da manhã, etc.) geralmente ficam nessa faixa. Quartos privativos em albergues ou pousadas econômicas também são um bom negócio – espere cerca de US$ 15 a US$ 25 por um quarto privativo básico (geralmente com banheiro compartilhado). Há também pousadas de gerência familiar (hospedajes) que podem custar de US$ 10 a US$ 15 por noite por um quarto simples com ventilador. A Nicarágua é o tipo de lugar onde alguns viajantes decidem ficar, e muitos albergues oferecem tarifas de longo prazo ou acordos de trabalho por acomodação se você quiser ficar um tempo. Se você for para áreas menos turísticas, os preços caem ainda mais. De modo geral, você pode ficar tranquilo na Nicarágua sem gastar muito em um lugar seguro e confortável para dormir.

Alimentos e bebidas

Comer na Nicarágua de forma econômica não é apenas fácil, mas também delicioso. O alimento básico do país é o gallo pinto (arroz e feijão), geralmente servido com banana-da-terra e um pouco de carne ou queijo – uma refeição farta que você pode obter em restaurantes locais, chamados de comedores, por apenas C$ 70-C$ 100 (córdobas nicaraguenses), o que equivale a cerca de US$ 2 a US$ 3. Comida de rua como quesillo (uma tortilha com queijo, cebola em conserva e creme) ou nacatamales (tamales de fubá com carne de porco e vegetais) geralmente custam menos de US$ 1 cada. Nos mercados, um smoothie de frutas feito na hora ou uma xícara de café podem custar US$ 0,50. Se você se sentar em um restaurante local, um prato típico, como frango grelhado com arroz, feijão e salada, pode custar em torno de US$ 3 a US$ 4. Lanches de rua de um dólar (tacos, empanadas, etc.) e cervejas de US$ 1 (a cerveja local Toña ou Victoria) significam que você pode se abastecer durante o dia com muito pouco. Mesmo que você se delicie em um restaurante melhor nas áreas turísticas, muitos pratos principais podem custar de US$ 8 a US$ 10, o que seria uma refeição “ostentação” para os padrões nicaraguenses. Se estiver hospedado em albergues com cozinhas compartilhadas, comprar mantimentos também é barato. Mas muitos viajantes acham que o custo de comer fora é tão baixo que quase não vale a pena cozinhar – por exemplo, comprar tacos de comida de rua bem quentes por 10 córdobas cada (cerca de US$ 0,30) ou um prato de peixe fresco na praia por alguns dólares. As bebidas também são baratas: um rum (Flor de Caña, o excelente rum local) e um mixer em um bar podem custar de US$ 2 a US$ 3 e, se você sair durante o happy hour, encontrará ofertas de coquetéis 2 por 1 por US$ 3 a US$ 5. Em suma, a alimentação não é uma despesa importante aqui. Você pode gastar de US$ 6 a US$ 10 por dia em refeições se estiver comendo no local, o que é fantástico para viagens econômicas.

Transporte

As viagens locais na Nicarágua são famosamente baratas, embora às vezes sejam uma aventura. Os ônibus públicos, muitas vezes ônibus escolares aposentados apelidados de “chicken buses”, conectam a maioria das cidades. Eles custam apenas algumas córdobas por viagem – por exemplo, uma viagem de ônibus de uma hora pode custar menos de C$ 30 (o que equivale a cerca de US$ 0,80). Até mesmo viagens mais longas, como de Manágua a León (duas horas), podem custar cerca de US$ 2. Esses ônibus são extremamente econômicos (embora não sejam luxuosos – espere ônibus lotados, sem ar-condicionado e possivelmente com algumas galinhas, como o apelido indica!) Para um pouco mais de conforto, há micro-ônibus expressos que custam um pouco mais, mas ainda são muito acessíveis (talvez de US$ 3 a US$ 5 por algumas horas de viagem). Os táxis nas cidades são negociáveis – em muitas cidades, eles operam como táxis compartilhados, pegando vários passageiros. Uma viagem curta dentro de uma cidade pode custar US$ 1 por pessoa em um táxi compartilhado ou de US$ 2 a US$ 3 em uma corrida particular. Há também serviços de transporte para turistas (como de León para as praias de surfe ou de San Juan del Sur para a fronteira com a Costa Rica) que custam mais do que os ônibus locais, mas ainda assim são razoáveis (por exemplo, de US$ 5 a US$ 15, dependendo da distância). Para rotas turísticas específicas, como de Granada a San Juan del Sur, é possível encontrar albergues que organizam traslados na faixa de US$ 10. No entanto, se realmente quiser economizar, a melhor opção é usar os ônibus locais “de frango” – pode ser mais lento e um pouco quente, mas é uma experiência cultural e incrivelmente leve no orçamento. Para viagens às ilhas, como chegar à Ilha Ometepe, a balsa custa apenas alguns dólares por trecho. Em resumo, o transporte raramente ultrapassa alguns dólares em qualquer trecho na Nicarágua. O único momento em que você gastará significativamente mais é se optar por traslados particulares ou talvez voos domésticos (que, de qualquer forma, são limitados). Uma dica: se você achar que um ônibus está muito cheio ou lento, muitas vezes poderá encontrar um táxi compartilhado ou um tuk-tuk por um pouco mais, mas mesmo esses “exageros” têm um custo menor em comparação com outros lugares.

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Foto de Tobias Tullius no Unsplash

Atividades orçamentárias

A Nicarágua está repleta de coisas para fazer que cabem no orçamento de um mochileiro (algumas são até gratuitas). A natureza e as aventuras ao ar livre são os destaques: você pode fazer um passeio de prancha em um vulcão no Cerro Negro, perto de León, por cerca de US$ 30 (que geralmente inclui transporte e um guia – uma emoção típica da Nicarágua). Caminhadas em vulcões como o Concepción, em Ometepe, ou o Telica, perto de León, podem ser feitas gratuitamente com um guia ou por cerca de US$ 10 a US$ 20 por grupo. O surfe é muito praticado na Nicarágua – locais como San Juan del Sur ou Popoyo têm aluguel de pranchas por alguns dólares a hora e aulas por cerca de US$ 10 a US$ 20. Simplesmente curtir as praias (muitas praticamente vazias) não custa nada, é claro. As cidades coloniais de Granada e León têm atrações baratas: belas igrejas e catedrais nas quais você pode entrar por US$ 1 ou menos (o telhado da catedral de León custa alguns dólares e vale a pena pela vista), museus por alguns dólares e passeios gratuitos pelas ruas coloridas. O Lago de Apoyo, um lago de cratera vulcânica, pode ser visitado gratuitamente (alguns albergues no lago oferecem passes de um dia com o uso de caiaques e instalações por cerca de US$ 6, incluindo uma bebida). A ilha de Ometepe tem fontes de água doce (Ojo de Agua) por uma pequena taxa (~US$ 5), o que é um bom passeio barato. Em termos de vida noturna, muitos albergues e bares de praia organizam festas gratuitas ou noites para mulheres, etc., de modo que muitas vezes você tem entretenimento pelo custo de algumas bebidas. Uma das melhores atividades gratuitas é simplesmente se envolver com a cultura local – confira os mercados municipais, participe de uma torcida de jogo de beisebol (o esporte favorito da Nicarágua) por alguns centavos de entrada ou assista a desfiles de rua durante os festivais. E se você gosta de ser voluntário ou de aprender, a Nicarágua tem opções acessíveis, como aulas de espanhol de uma semana ou estadias em casas de família, que são experiências culturais econômicas. Talvez a melhor parte da Nicarágua seja o fato de parecer aventureira e fora do comum, mas é muito segura e fácil para suas finanças. Você realmente pode viajar para cá com US$ 30 a US$ 35 por dia ou menos e não sentir que perdeu nada. Com sua mistura de vulcões, ondas e cidades acolhedoras, a Nicarágua proporciona uma rica experiência de viagem por um custo muito baixo – um verdadeiro paraíso para mochileiros.


Dicas finais

Viajar com orçamento limitado em 2026 é totalmente viável e, como vimos, alguns dos lugares mais fascinantes do mundo são também os países mais baratos para se visitar. Para aproveitar ao máximo sua aventura econômica, lembre-se de algumas dicas gerais: viaje na baixa temporada, quando os preços são mais baixos e as multidões são menores; use o transporte local e coma comida local o máximo possível (geralmente não apenas mais barata, mas também mais autêntica); e considere ficar mais tempo em cada lugar para realmente absorver a cultura (muitas acomodações oferecem descontos para estadias mais longas). Todos os países listados acima oferecem um valor incrível, permitindo que você viaje por mais tempo e tenha mais experiências por menos dinheiro. Ao misturar e combinar destinos de diferentes regiões – por exemplo, uma viagem pela Ásia em um ano e uma viagem pela América Latina no outro – você pode ver o mundo com o orçamento de um mochileiro. O ano de 2026 está se configurando como uma excelente época para viagens econômicas, portanto, comece a planejar e prepare-se para explorar esses destinos acessíveis. Sua aventura não precisa ser cara – como esses países provam, às vezes as melhores viagens vêm com os menores preços, oferecendo experiências ricas que são realmente inestimáveis.

Fontes: Guias de viagem e orçamentos recentes foram consultados para garantir informações precisas e atualizadas sobre custos e dicas para viagens econômicas em cada país. Isso inclui relatos de mochileiros em primeira mão e guias especializados para 2024-2025, que refletem os preços e as condições atuais que os viajantes podem esperar em 2026. A seção de cada destino acima cita dados específicos (como preços de albergues, custos de refeições e tarifas de transporte) dessas fontes confiáveis, para que você possa confiar que “barato” realmente significa barato! Boa viagem e feliz planejamento orçamentário.

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