Onde viajar de forma sustentável: destinos ecológicos para 2026

As viagens sustentáveis já não são uma preferência de nicho. Mais viajantes do que nunca estão a refletir cuidadosamente sobre para onde vão, como chegam lá e qual o impacto real da sua viagem nos locais que visitam. Mas saber por onde começar é realmente complicado. Hoje em dia, todos os destinos afirmam ser sustentáveis, e pode ser difícil distinguir entre o ecoturismo genuíno e o «greenwashing».

Este guia centra-se em destinos onde as viagens sustentáveis estão integradas na experiência, e não são acrescentadas como um elemento secundário. Cidades onde as infraestruturas facilitam as viagens de baixo impacto. Locais onde os albergues estão na vanguarda, com credenciais ecológicas reais e verificáveis. Locais que recompensam os viajantes que querem explorar sem deixar um rasto de desordem para trás.

Há também fortes argumentos a favor de que ficar num albergue já é uma das escolhas mais sustentáveis que se pode fazer. Um relatório da Bureau Veritas, realizado em parceria com a Hostelworld, revelou que os hostels produzem 82% menos emissões de carbono por hóspede do que os hotéis. Antes mesmo de ter feito qualquer outra coisa, a sua escolha de alojamento já está a fazer a diferença.

Aqui estão cinco destinos para 2026 onde as viagens sustentáveis parecem genuinamente naturais, com os melhores hostels ecologicamente conscientes a acompanhar.

Foto de Theodor Vasile no Unsplash

Reservar albergues em Barcelona

🌿 Barcelona, Espanha: Sustentabilidade numa cidade global

Barcelona está a lidar de forma honesta com as consequências do seu próprio encanto. O excesso de turismo levou a cidade a tomar medidas concretas: limitação do número de visitas guiadas, restrições ao arrendamento para férias, um imposto sobre os passageiros de cruzeiros e uma rede crescente de políticas destinadas a tornar a cidade habitável para os residentes, em vez de otimizada para os visitantes. Viajar de forma consciente em Barcelona não é apenas encorajado, está cada vez mais integrado na infraestrutura da cidade.

Para os viajantes sustentáveis, isso significa optar por restaurantes independentes em vez de cadeias, utilizar transportes públicos e bicicletas em vez de táxis, visitar o Eixample e Gràcia em vez de ficar na fila em todos os principais pontos turísticos e ficar alojado em locais que levam a sério o seu impacto ambiental.

Barcelona é também uma cidade onde as escolhas sustentáveis não exigem sacrifícios. A gastronomia é extraordinária, a arquitetura justifica por si só a viagem e o panorama dos hostels inclui pelo menos um estabelecimento que se tornou uma referência em acolhimento responsável na Europa.

Dica rápida: a rede de transportes públicos TMB é excelente e barata. Um cartão T-Casual (10 viagens) cobre autocarros, metro e elétricos. Combine-o com um passeio a pé gratuito organizado pelo seu hostel e verá mais da cidade autêntica do que qualquer excursão de autocarro organizada lhe mostraria.

🏨 Onde ficar em Barcelona

Reservar o St Christopher’s Inn Barcelona

St Christopher’s Inn Barcelona

Vencedor do prémio HOSCAR Eco-Warrior e com certificação Biosphere, o que significa que as suas credenciais de sustentabilidade foram verificadas de forma independente, em vez de serem autodeclaradas. O telhado é, em grande parte, alimentado por energia solar. Um sistema de águas cinzentas recicla a água do duche para descarregar as sanitas. O menu do bar é 20% vegan. Os recipientes biodegradáveis substituem as embalagens descartáveis. Os pequenos-almoços pré-pagos reduzem o desperdício alimentar. Os hóspedes podem participar em passeios a pé gratuitos, alugar bicicletas e participar na campanha «Love the Planet» do albergue.

Situado junto a Las Ramblas, no centro de Barcelona, com dormitórios com cortinas para privacidade, opções exclusivas para mulheres e um calendário repleto de eventos sociais. Um dos hostels mais genuinamente sustentáveis da Europa e um dos mais divertidos.
Consulte o Hostelworld para conhecer os preços atuais

Foto de Adrien Olichon no Unsplash

Reservar albergues em Amesterdão

🌍 Amesterdão, Países Baixos: Uma vida consciente junto aos canais

Amesterdão facilita as viagens sustentáveis. A cidade é plana, a bicicleta é o principal meio de transporte e a rede de transportes públicos é excelente para tudo o resto. Uma rede de mercados de alimentos independentes, lojas de artigos em segunda mão e restaurantes que servem produtos diretamente da quinta para a mesa oferece aos viajantes alternativas significativas às cadeias voltadas para o turismo. A abordagem holandesa à sustentabilidade urbana é prática e está enraizada há muito tempo, em vez de ser meramente simbólica.

Os museus da cidade são de classe mundial, a arquitetura dos canais é verdadeiramente extraordinária e a vida nos bairros de Jordaan, De Pijp e Oost recompensa a exploração tranquila e sem pressa, a pé ou de bicicleta, em vez de uma visita apressada apenas para riscar itens de uma lista.

As viagens sustentáveis em Amesterdão começam antes mesmo de chegar: o comboio de Paris demora cerca de três horas e meia e as ligações do Thalys e do Eurostar a partir de Londres e Bruxelas tornam o avião desnecessário para a maioria dos visitantes da Europa Ocidental.

🏨 Onde ficar em Amesterdão

Reservar ClinkMama

ClinkMama (anteriormente Ecomama)

O hostel anteriormente conhecido como Ecomama, agora a operar como ClinkMama, continua a ser uma das opções de alojamento mais genuinamente ecológicas de Amesterdão. Mobiliário «cradle-to-cradle», materiais de comércio justo em todo o espaço, um sistema de aquecimento a pedra natural e reciclagem de resíduos integrada no funcionamento diário. O ambiente é descontraído e boho-chic: uma sala de cinema, cadeiras de baloiço no interior, uma grande cozinha comum, aluguer de bicicletas e uma localização tranquila junto ao canal, perto de Waterlooplein. Arte nas paredes, muita luz natural e colchões confortáveis fazem com que pareça mais um alojamento de boutique do que económico. Dormitórios a partir de cerca de 19 €

Foto de Louis Droege no Unsplash

Reservar albergues em Lisboa

🌊 Lisboa, Portugal: a comunidade no centro da viagem

Lisboa é , neste momento, uma das cidades mais animadas da Europa, e o panorama dos albergues aqui faz algo relativamente raro: posiciona-se como parte da comunidade, em vez de se separar dela. Os melhores hostels de Lisboa não são apenas locais para dormir. Organizam ações de limpeza voluntárias, colaboram com artistas e instituições de caridade locais, cultivam produtos nas suas próprias hortas urbanas e reúnem hóspedes e habitantes locais nos mesmos espaços.

A própria cidade presta-se a viagens sustentáveis. É fácil de percorrer a pé e bem servida por elétricos, possui uma excelente cultura de mercados de alimentos, apoia um cenário gastronómico independente e próspero e recompensa o viajante que dedica tempo a sair dos circuitos turísticos e a explorar a Mouraria, a Marvila ou a Mouraria a pé.

Chegar de forma sustentável a partir da Europa é muito fácil de comboio, com percursos diretos ou com uma única mudança a partir de Madrid, Paris e outros destinos.

🏨 Onde ficar em Lisboa

Reservar o Sunset Destination Hostel

Sunset Destination Hostel

Vencedor do prémio «Super-herói da Comunidade» dos HOSCAR 2026. Situado no interior da estação ferroviária de Cais do Sodré, com vistas para o rio Tejo, um terraço no telhado e uma piscina exterior aquecida. Mas o que lhe valeu o prémio foram as atividades fora do edifício: Noites Comunitárias, ações de limpeza voluntárias, colaborações com artistas locais e parcerias com organizações sem fins lucrativos, incluindo a Refood e a Serve the City. Mais de 200 hóspedes participaram em 20 eventos só no último ano. Passeios a pé gratuitos, noites de fado, churrascos e uma horta urbana onde os hóspedes podem participar no cultivo de produtos frescos. Um excelente modelo do que é um hostel genuinamente enraizado na comunidade.
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Foto de Stockholm Paris Studio no Unsplash

Reservar albergues em Estocolmo

🌲 Estocolmo, Suécia: a sustentabilidade como modo de vida

A Escandinávia define o padrão para uma vida urbana sustentável, e Estocolmo é um exemplo disso. A cidade gera quase toda a sua eletricidade a partir de fontes renováveis. Os transportes públicos são eficientes e com baixas emissões de carbono. As infraestruturas para ciclistas são excelentes. A cultura gastronómica dá grande ênfase aos ingredientes sazonais e de origem local. E o conceito sueco de Allemansrätten (o direito de todas as pessoas a circular livremente na natureza) significa que os extraordinários cenários naturais da cidade — florestas, ilhas e cursos de água — são verdadeiramente acessíveis sem qualquer custo.

Estocolmo é cara. Esse é o ponto de partida honesto para qualquer conversa sobre viagens económicas por estas bandas. Mas o modelo de cozinha de albergue é o seu melhor aliado na Escandinávia. Massa gratuita no albergue certo, uma sauna comum nas mesmas instalações e uma cidade onde a maioria dos museus tem dias de entrada gratuita ou fica a uma curta distância a pé do alojamento significam que a viagem é verdadeiramente acessível se a planear bem.

🏨 Onde ficar em Estocolmo

Reservar o City Backpackers Hostel

City Backpackers Hostel

Eleito o melhor hostel da Suécia todos os anos desde 2010 pelos hóspedes do Hostelworld, com uma classificação de 9,18/10. O City Backpackers funciona com eletricidade proveniente de fontes renováveis, pratica a reciclagem de resíduos, utiliza aparelhos energeticamente eficientes em todas as suas instalações e integrou uma política ambiental global nas suas operações diárias. Mas o que o torna excecional são os extras gratuitos: massa gratuita todos os dias, sauna gratuita à noite 365 dias por ano, aluguer gratuito de patins de gelo e trenós no inverno e noites de cinema gratuitas. O pessoal é muito bem avaliado. A localização fica a 500 metros da Estação Central de Estocolmo. Um dos hostels com melhor relação qualidade/preço e mais respeitadores do ambiente do norte da Europa.
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Foto de Agustin Diaz Gargiulo no Unsplash

Reservar albergues no Rio de Janeiro

🏄 Rio de Janeiro, Brasil: Consciência ecológica no Atlântico

O Brasil é um país onde a distância entre o mundo natural e o ambiente construído é, muitas vezes, mínima, e o Rio é uma cidade que vive constantemente essa tensão. As montanhas descem até ao mar. A floresta está dentro da cidade. É um dos ambientes urbanos com maior biodiversidade do planeta, e viajar de forma sustentável aqui significa interagir com essa realidade, em vez de se afastar dela para se refugiar na infraestrutura turística.

Para os viajantes, isso significa percorrer os trilhos da Mata Atlântica no Parque Nacional da Tijuca, visitar projetos culturais liderados pela comunidade nas favelas da cidade, comer nos botequins de bairro em vez de nos restaurantes voltados para turistas e escolher alojamentos que tenham assumido um compromisso genuíno com o ambiente, em vez de se limitarem a falar sobre o assunto.

O Rio também conta com o vencedor do prémio HOSCAR Eco-Warrior 2026 mesmo na praia.

🏨 Onde ficar no Rio de Janeiro

Reservar o Longboard Paradise Surf Club

Longboard Paradise Surf Club

Vencedor do prémio HOSCAR Eco-Warrior 2026. Situado na Praia do Pontal, no Recreio dos Bandeirantes, este albergue do clube de surf é totalmente alimentado a energia solar, poupa 800 000 litros de água potável por ano através da reutilização da água da chuva e integra pontos de reciclagem e plantações de recuperação costeira no seu funcionamento. Ioga ao nascer do sol na praia, aulas de surf para todos os níveis, trilhos pelas montanhas e florestas e dois restaurantes à beira-mar. O ambiente é genuinamente alegre, com vários espaços para relaxar, trabalhar e divertir-se. Os comentários descrevem estadias de mais de uma semana como algo totalmente natural.
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Foto de Vlad B no Unsplash

✈️ Como viajar de forma mais sustentável: escolhas práticas que realmente fazem a diferença

As viagens sustentáveis resultam de dezenas de pequenas decisões, em vez de um único gesto dramático. Algumas que fazem realmente a diferença:

Sempre que possível, opte por viajar por terra em vez de voar. O comboio de Paris para Barcelona, de Amesterdão para Estocolmo (via Copenhaga) ou de Lisboa para o Porto produz uma fração das emissões de um voo na mesma rota. As ligações ferroviárias europeias estão a melhorar constantemente e a experiência é genuinamente melhor.

Fique mais tempo em menos locais. O custo ambiental das viagens concentra-se nos transportes. Uma viagem de dez dias a um único destino produz muito menos emissões do que dez dias a deslocar-se entre cinco cidades. Viajar sem pressa também o recompensa com uma melhor compreensão do local onde se encontra.

Utilize os transportes públicos e as bicicletas. Quase todas as cidades deste guia dispõem de excelentes infraestruturas para ciclistas. A maioria oferece passes diários para os transportes públicos, o que torna os táxis desnecessários. Os seus pés e uma bicicleta são as duas formas mais sustentáveis de explorar qualquer cidade.

Coma produtos locais e sazonais. Os restaurantes que se abastecem de ingredientes locais, servem menus sazonais e têm opções veganas ou à base de vegetais são uma escolha sustentável fácil que, além disso, tende a oferecer comida de melhor qualidade.

Deixe que o seu hostel o guie. O pessoal de todos os hostels deste guia conhece as opções sustentáveis da sua cidade melhor do que qualquer aplicação. Pergunte-lhes onde comer, que bairros explorar e quais as excursões de um dia que realmente valem a pena fazer.

🌱 O que torna um albergue verdadeiramente ecológico?

A palavra «eco» é utilizada de forma vaga na indústria do turismo, e o «greenwashing» (maquiagem ecológica) é uma realidade. Ao avaliar as credenciais de sustentabilidade de um hostel, procure detalhes concretos em vez de afirmações vagas:

O que procurar Por que é importante
Utilização de energias renováveis Os painéis solares ou a eletricidade proveniente de tarifas verdes reduzem diretamente as emissões de carbono
Sistemas de poupança de água Reutilização da água da chuva, reciclagem de águas cinzentas, acessórios de baixo caudal
Políticas de resíduos Reciclagem ativa, compostagem, compromisso de zero plástico descartável
Abastecimento alimentar De origem local, sazonais, com opções veganas que reduzem as emissões associadas aos alimentos
Certificação por entidade independente Biosphere, GSTC ou verificação independente semelhante
Investimento na comunidade Parcerias locais, programas de voluntariado, dinheiro retido na economia local

Os albergues incluídos neste guia foram selecionados porque cumprem vários critérios e possuem credenciais verificáveis, não se limitando apenas a discurso de marketing.

Foto de Ocean Royal no Unsplash

🗓️ Melhores épocas para viajar de forma sustentável

Viajar de forma sustentável significa também evitar os períodos de pico que causam mais danos aos locais. Viajar na época intermédia é uma das escolhas mais eficazes que pode fazer.

  • Barcelona: abril a maio e setembro a outubro. Evita as multidões do pico do verão e o calor extremo.
  • Amesterdão: março a maio e setembro a outubro. A época das tulipas na primavera é movimentada, mas linda; o outono é mais tranquilo.
  • Lisboa: março a maio e outubro a novembro. Clima ameno, preços acessíveis e muito menos lotado do que no verão.
  • Estocolmo: maio a junho e agosto a setembro. Dias longos, temperaturas amenas, preços mais baixos.
  • Rio de Janeiro: maio a setembro. Época seca, temperaturas mais amenas e menos turistas do que no período do Carnaval.

Viajar na época de transição reduz a sua contribuição individual para o excesso de turismo e proporciona quase sempre uma experiência melhor: mais espaço, interações mais autênticas e preços mais baixos.

✅ Considerações finais: como é, na verdade, uma viagem sustentável

Viajar de forma sustentável não tem a ver com perfeição. Não se trata de recusar-se a voar para sempre ou de visitar apenas destinos que cumpram um padrão ambiental impossível de atingir. Trata-se de fazer melhores escolhas, de forma mais consistente, nos locais para onde já quer ir.

Os destinos apresentados neste guia merecem uma visita não porque tenham resolvido o problema do impacto do turismo, mas porque estão genuinamente a trabalhar nesse sentido. Cidades que estão a investir nos transportes públicos, a apoiar os sistemas alimentares locais, a proteger os seus ambientes naturais e a construir uma cultura turística que funcione tanto para os residentes como para os visitantes. E albergues que assumiram compromissos reais e verificáveis no sentido de operarem de forma mais sustentável.

Começar pela tua alojamento é realmente um bom ponto de partida. Ficar num albergue já reduz as emissões relacionadas com o alojamento em 82% em comparação com um hotel. Escolher uma das propriedades deste guia acrescenta mais uma dimensão de intenção a essa escolha.

Onde quer que vá em 2026, viaje com alguma curiosidade sobre o local que vai visitar e algum respeito pelas pessoas que lá vivem. Isso, mais do que qualquer certificação ou cálculo de carbono, é o que caracteriza uma viagem sustentável.

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❓ FAQs: Sustainable Travel in 2026

Yes, significantly. A report by Bureau Veritas, commissioned in partnership with Hostelworld, found that hostels produce 82% fewer carbon emissions per guest than hotels. Shared resources, smaller room footprints, and communal facilities all contribute to this difference.

Greenwashing is when a business makes vague or misleading sustainability claims without verifiable evidence. Look for specific certifications (Biosphere, GSTC) and concrete operational details rather than general claims about being "eco-friendly."

Yes, and in many ways budget travel is inherently more sustainable. Hostels, local food markets, public transport, and slow travel all reduce environmental impact while also reducing cost. The most sustainable choices are often the most affordable ones.

Train travel. Rail produces a fraction of the carbon emissions of flying, and European rail connections between most major cities are excellent. From London, Paris, Madrid, Amsterdam, Stockholm, and Lisbon, you can reach most of the destinations in this guide by rail without flying.

Look for hostels with third-party sustainability certifications, specific operational details about energy and waste, and evidence of community investment. Hostelworld's HOSCAR Eco-Warrior award highlights hostels that have demonstrated real environmental commitment. The properties in this guide have all been verified against specific sustainability criteria.

No. Sustainable travel is about making better choices where you can, not achieving perfection. If flying is the only practical option for your trip, offsetting emissions, choosing direct routes (take-off and landing produce most of the carbon), and staying longer to reduce frequency are all meaningful steps.

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