Evite o óbvio! 15 atividades alternativas para fazer na América do Sul
A «Gringo Trail» da América do Sul é um percurso muito percorrido por uma boa razão – é fantástico. Nada supera ver o nascer do sol sobre Machu Picchu ou divertir-se no Rio, mas porquê limitar as tuas viagens aos locais que já viste em um milhão de histórias do Instagram? Existem milhares de atividades alternativas para fazer na América do Sul que te permitem fugir das multidões, descobrir tesouros e esticar o teu orçamento de mochileiro. Aqui estão 15 atividades fantásticas e alternativas para fazer na América do Sul, para que, quando partires na viagem da tua vida, saibas onde encontrar a verdadeira magia.

1. Divirta-se à grande no Carnaval de Barranquilla, na Colômbia
O Carnaval do Rio é uma das melhores festas do mundo, mas sabias que a versão colombianaé ainda mais animada? Na costa caribenha da Colômbia fica a cidade de Barranquilla, que todos os anos, em fevereiro, explode numa exibição de tradições colombianas com um toque caribenho atrevido. Embora alguns mochileiros mais informados já tenham descoberto este lugar, ele continua relativamente desconhecido nos círculos de viajantes, apesar de ser o segundo maior carnaval do mundo. Isto significa que há mais oportunidades de conviver (ou, mais provavelmente, dançar) com os locais. Embora os desfiles sejam excelentes, são as festas de rua em torno dos «picos» (sistemas de som gigantes) que são o verdadeiro destaque.

- Quanto tempo passar por lá? Quatro dias (se aguentares).
- Melhor altura do ano? O festival decorre em fevereiro – verifica as datas exatas, pois variam de ano para ano.
- Custo: 50 € por um passe de três dias para os desfiles. Ou não pagues nada, dispensa os desfiles em favor das festas de rua e poupa dinheiro para bebidas. Há concertos e festas na praia a decorrer durante o carnaval com artistas de renome, por isso, se quiseres assistir, prepara-te para desembolsar o valor do bilhete.
- Destaques dos hostels: A maioria dos mochileiros fica hospedada em Cartagena ou Santa Marta e apanha o autocarro para participar nas festividades. Vais querer ficar num sítio que entre no espírito da festa, por isso dá uma vista de olhos no Drop Bear e no La Brisa Loca, em Santa Marta, e no Media Luna e no Mamallena, em Cartagena.
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2. Deixe-se impressionar pelo Salar de Tara, no Chile
As paisagens de outro mundoda América do Sul não se limitam às lendárias planícies salinas da Bolívia. O igualmente incrível Salar de Tara é ideal se não quiseres esperar que outros viajantes saiam do caminho antes de conseguires tirar a foto perfeita. O Salar de Tara situa-se a 4 300 metros acima do nível do mar, na Reserva Nacional de Los Flamencos, que alberga as mesmas lagoas deslumbrantes, montanhas, salinas e flamingos que se encontram na Bolívia.

- Quanto tempo passar lá? Um dia.
- Melhor época do ano? Setembro a novembro ou março a maio.
- Custo: 30 €.
- Destaques do hostel: A melhor base para visitar o Salar de Tara é San Pedro de Atacama. O Casa Voyage Hostel é um hostel acolhedor, situado numa casa histórica com 250 anos. Desfrute de jardins arborizados decorados com murais e de muitas fogueiras à volta das quais pode partilhar histórias.
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3. Observação da vida selvagem na Isla del Plata, no Equador
Não tem dinheiro para gastar uns dois mil a visitar as Galápagos? Junte-se ao clube. Felizmente, a América do Sul tem mais algumas opções acessíveis que lhe permitem observar uma vida selvagem espantosa sem ter de pedir um empréstimo. A Ilha del Plata é o habitat de bandos de atobás-azuis e de patas-vermelhas, albatrozes e leões-marinhos; além disso, o mergulho com snorkel aqui revela recifes intocados repletos de peixes coloridos. De junho a setembro, sabe-se que as baleias-jubarte costumam acenar de boas-vindas aos barcos que passam. Outra das melhores alternativas na América do Sul para quem sonha em ser como o Attenborough é uma visita às Ilhas Ballestas, perto de Pisco, no Peru, onde pode conviver com golfinhos, pinguins e pelicanos peruanos.

- Quanto tempo passar lá? Um dia.
- Melhor época do ano? Junho a dezembro.
- Orçamento médio de um mochileiro (por dia)? 45 €.
- Destaques dos albergues: a Isla del Plata fica a uma curta viagem de um dia a partir de Montañita. O Esperanto B&B Surf and Backpacker Hostel é uma excelente escolha para quem procura vistas para o mar, pequenos-almoços saborosos e aulas de surf; ou, se estiver à procura de diversão, dirija-se ao Kamala Surf and Backpacker Hostel.
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4. Sobrevoe asCataratas de Kaietur, na Guiana
As Cataratas do Iguaçu e as Cataratas do Anjo podem ser capa de revistas, mas a alternativa da Guiana é uma das experiências mais únicas da América do Sul. As Cataratas de Kaietur ostentam muitos recordes: são quatro vezes mais altas do que as Cataratas do Niágara e têm o dobro da altura das Cataratas de Vitória. É também a maior cascata de queda única do mundo em termos de volume de água que por ela passa. Uma das razões pelas quais é tão desconhecida é a sua localização remota, nas profundezas da secção guianesa da Amazónia, no Parque Nacional de Kaietur. As cascatas só são acessíveis de avião, mas que aventura!

- Quanto tempo passar lá? Um dia.
- Melhor altura do ano? Janeiro ou julho (no final de qualquer uma das duas estações chuvosas anuais).
- Custo: Uma excursão às cataratas deve custar entre 135 e 270 €, o que é bastante razoável quando se tem em conta que, na prática, está a alugar o seu próprio avião!
- Destaques do hostel: O Armoury Hostel é um local encantador no coração de Georgetown, onde podem ajudá-lo a reservar a sua viagem às cataratas. O hostel oferece vistas de 360 graus sobre a cidade e o Oceano Atlântico, uma área de descanso com redes e várias mesas de ténis de mesa.
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5. Aproveite as ondas nacosta do Pacíficoda Colômbia
Os surfistas há muito que se dirigem em massa ao norte do Peru e do Equador para experimentar as ondas, mas sabia que a costa do Pacífico da Colômbia rivaliza com a dos seus vizinhos a sul? Esta secção da costa é maravilhosamente intocada, por isso, quer esteja a remar para o mar ou a relaxar, nunca terá de se preocupar em invadir o espaço pessoal de ninguém. Os melhores locais da região para quem sabe surfar incluem Cabo Corrientes, Praia de Guachalito e Juanchaco, se for muito experiente – as ondas aqui podem ser verdadeiros monstros. Para os principiantes, o melhor é ir a El Valle ou à Praia de El Almejal, onde pode ter aulas.

📷O Humpback Turtle Hostel
- Quanto tempo ficar? Depende ! Alguns ficam por toda a época.
- Melhor altura do ano? De abril a dezembro, ou entre julho e outubro, se também quiseres observar baleias.
- Custo: Provavelmentedá para sobreviver com 25 € por dia nesta zona costeira, mas as aulas de surf custam cerca de 20 € cada.
- Destaques do hostel: O Humpback Turtlenão poderia ser mais fixe, nem que tentasse. Situado na selva, mesmo junto à praia, desfruta de acordar ao som das ondas e de aperfeiçoar as tuas habilidades de surf durante todo o dia.
6. Fica com as pernas a tremer noDesfiladeiro do Colca, no Peru
Quando se trata dos Andes, as montanhas ficam com toda a glória, não achas? Mas e os desfiladeiros? O mais de tirar o fôlego é o Desfiladeiro de Colca, no Peru, um enorme buraco de 3 270 metros na terra, quase duas vezes mais profundo que o Grand Canyon. Além de ser uma das melhores atividades alternativas para fazer na América do Sul, o Colca é o local habitual de voo (ou planagem) dos condores andinos – a maior ave voadora do mundo, com uma envergadura de três metros. Desfruta de uma excursão de um dia para observar aves e visitar os melhores miradouros, ou desce até ao fundo do desfiladeiro numa caminhada de 60 quilómetros ao longo de dois ou três dias. A caminhada não é para quem tem pernas fracas, mas vale a pena a dor muscular pelas águas termais naturais, pelas aldeias indígenas e pelas vistas incríveis.

- Quanto tempo passar lá? Um a três dias.
- Melhor época do ano? De maio a novembro.
- Custo: Uma caminhada de três dias custa 60 €, incluindo alimentação e alojamento.
- Destaques dos hostels: Arequipa é o ponto de partida para o Colca e tem uma grande variedade de hostels divertidos à tua escolha. Se queres conviver com outras pessoas, o Wild Rover é uma aposta segura.
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7. Tenha encontros com animais exóticos no Pantanal, no Brasil
Em vez de Las Pampas, na Bolívia, ou da Amazónia, visite o Pantanal – a maior zona húmida tropical do mundo. Com cerca de 75 000 milhas quadradas, o Pantanal tem aproximadamente o mesmo tamanho que o estado norte-americano de Washington! As zonas húmidas estão localizadas num delta fluvial sem saída para o mar e abrigam a maior concentração de vida selvagem do continente – 11 000 espécies, na verdade, incluindo lontras-gigantes, anacondas, jaguares, tucanos e tamanduás. Diz-se também que é o habitat de mais de 10 milhões de jacarés. A principal vantagem do Pantanal é a facilidade com que se avistam os animais. Ao contrário da selva, aqui não há onde se esconder, especialmente durante a estação seca.

- Quanto tempo passar lá? De um a quatro dias, dependendo do dinheiro que tiver para gastar a observar jaguares.
- Melhor altura do ano? De julho a outubro, quando as chuvas diminuem e os animais saem em busca de água.
- Custo: Cerca de 180 € por dia para uma excursão.
- Destaques do hostel: O Hostal Portal do Pantanal, em Campo Grande, é um local acolhedor com excelentes áreas comuns para conhecer outros viajantes; além disso, dispõe de piscina e pode organizar excursões.
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8. Faça um cruzeiro pelo Lago General Carrera, no Chile
O Lago Titicaca nunca deixará de inspirar admiração, mas está na hora do segundo maior lago da América do Sul ganhar destaque. Localizado na Patagónia, o Lago General Carrera é tão vasto que é partilhado tanto pelo Chile como pela Argentina. Embarque num passeio de barco ou num caiaque e explore o Santuário Natural da Capela de Mármore — um labirinto de grutas de um azul vibrante, formadas ao longo de 6 000 anos pela erosão hídrica. Quer opte por fazer uma caminhada pela margem, velejar, andar a cavalo ou pescar, terá garantidamente um cenário hipnotizante.

- Quanto tempo passar lá? Doisa quatro dias.
- Melhor época do ano? Outubro a dezembro.
- Custo? Cerca de 50 € por um passeio de barco até às cavernas.
- Destaques do hostel: O Campamento Nandu é um hostel em estilo chalé situado num terreno exuberante junto ao lago.
9. Descubra o paraíso dos caminhantes emHuaraz, no Peru
Se não tiveres tempo para ir até às Torres del Paine, dá uma vista de olhos em Huaraz, onde podes fazer caminhadas até não poderes mais, no meio de montanhas cobertas de neve e lagos tão bonitos que podem até te fazer chorar. Este paraíso dos caminhantes tem percursos adequados para todos os tempos e níveis de aptidão física, mas tenha em atenção que a altitude exige algum tempo de aclimatação. Visite a Laguna Parón e a Laguna Churup, mas se tiver pouco tempo, a Laguna 69 é o local a não perder.

- Quanto tempo passar por lá? Cinco dias.
- Melhor época do ano? De maio a setembro.
- Custo: Muitas das melhores caminhadas de Huaraz podem ser feitas gratuitamente, uma vez que estão muito bem sinalizadas.
- Destaques dos hostels: O AlpesHuaraz é um estabelecimento de gestão familiar que dispõe de um salão de massagens no local, áreas de descontração e um bar agradável. Para um local tranquilo onde descansar, experimente o La Casa de Maruja, uma escolha popular entre os caminhantes.
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10. Passa tempo com a galera fixe em Montevidéu, no Uruguai
Embora seja visivelmente mais descontraída do que cidades como Buenos Aires e Lima, ainda há muito para te manter entretido e uma vida noturna animada para explorar em Montevidéu. A cidade está repleta de bairros modernos repletos de arte urbana e cheios de boutiques, mercados e excelentes bares e cafés. Montevidéu também tem algumas praias extraordinárias – dá uma vista de olhos nas areias brancas da Playa Verde e da Praia de Pocitos, ou na Praia de Honda, se quiseres surfar (ou conviver com surfistas). Ah, e já mencionei que o Uruguai foi o primeiro país do mundo a legalizar a erva…?

- Quanto tempo passar lá? Quatro dias.
- Melhor altura do ano? Dezembro a fevereiro.
- Orçamento médio de um mochileiro (por dia)? 40 €.
- Destaques do hostel: O Hostel Charruas é um local de sonho, com um jardim decorado com luzes de fada, redes e um bar.
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11. Sente a adrenalina emTena, no Equador
Em vez de procurar a sua dose de adrenalina em Baños ou nos rios Baker ou Futaleufu, no Chile, experimente Tena – uma cidade na Bacia Amazónica, com dois rios que apresentam corredeiras que variam entre a Classe 1 e a Classe 4. Nos arredores de Tena, há cavernas, cascatas e remansos para explorar de caiaque, ou pode optar por fazer canoagem em desfiladeiros, um salto de bungee ou um pouco de tirolesa. Tena está rodeada por parques nacionais e reservas ecológicas, pelo que é um excelente ponto de partida para explorar a natureza selvagem do Equador.

- Quanto tempo passar por lá? Dois a quatro dias.
- Melhor época do ano? Dezembro a julho.
- Destaques dos hostels: o Tena Naui é um hostel descontraído situado numa montanha acima das nuvens, enquanto o Hostal Pakay, amigo do ambiente, está rodeado pela selva e organiza passeios fabulosos.
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12. Escalar o Vulcão Villarrica, no Chile
Em vez de percorrer os trilhos já bem batidos de montanhas como o Huayna Potosí, na Bolívia, ou o Cotopaxi, no Equador, experimente escalar o vulcão Villarrica, no Chile — uma opção perfeita para quem se inicia no alpinismo. O vulcão está ativo, por isso, assim que chegar ao cume, a 1 400 metros, poderá desfrutar da vista da lava a borbulhar na cratera abaixo. É uma excelente oportunidade para tirar fotos!

- Quanto tempo passar lá? Dois dias.
- Melhor época do ano? De novembro a abril.
- Custo: 40 €.
- Destaques do hostel: O Alma Nativa, na vizinha Pucón, é ótimo se te apetecer relaxar em redes num jardim ensolarado.
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13. Exploreo Parque Nacional de Amboró, na Bolívia
A América do Sul está repleta de parques nacionais tropicais, mas o Amboró leva a melhor em termos de biodiversidade. Este local pouco conhecido, uma das minhas atividades alternativas favoritas na América do Sul, abriga 900 espécies de aves e 177 mamíferos, incluindo espécies raras como ursos-de-óculos, jaguatiricas e pumas. Este paraíso na selva é conhecido pelas suas florestas nubladas, cascatas e fauna que parece ter saído diretamente das páginas de um livro de contos.

- Quanto tempo passar por lá? Dois dias.
- Melhor época do ano? De maio a novembro.
- Orçamento médio para mochileiros (por dia)? 100 €.
- Destaques dos hostels: Para um ambiente urbano, fica em Santa Cruz. Dá uma vista de olhos no 360 Grados ou no Backpacker Suites. Para algo no campo, fica em Samaipata, no Hostel Serena.
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14. Faça a caminhada da Cidade Perdida, na Colômbia
Embora não seja propriamente um segredo, a caminhada até à Cidade Perdida, na Colômbia, é consideravelmente menos movimentada do que a Trilha Inca; por isso, se procura ruínas incríveis ao fim de um desafio físico exigente, esta é a caminhada ideal para si. A Cidade Perdida está localizada nas profundezas do Parque Nacional da Sierra Nevada, na costa caribenha da Colômbia. Diz-se que o local remonta ao ano 800 d.C. — o que o torna 650 anos mais antigo do que Machu Picchu. A caminhada, que deve ser feita com um guia, tem 45 quilómetros, mas o percurso é difícil, uma vez que se caminha através de uma selva densa. No entanto, vale bem a pena, porque no final vais sentir-te como o Indiana Jones.

- Quanto tempo passar lá? Quatro a seis dias.
- Melhor época do ano? Outubro a abril.
- Custo? 300 €.
- Destaques do hostel: Descanse o corpo cansado na Praia do Costeño, uma antiga plantação de cocos que foi transformada num dos hostels mais fixes da América do Sul. Faça uma aula de surf, se os músculos das coxas aguentarem o esforço, aproveite uma aula de salsa ou simplesmente relaxe à beira-mar.
15. Descubra as antigas esculturas em El Mollar, na Argentina
Em vez de gastar uma fortuna num voo para a Ilha de Páscoa, visite os menires da Argentina – gigantescas esculturas em granito de animais e homens, algumas das quais pesam mais de quatro toneladas. As estátuas pré-históricas estão localizadas em El Mollar, uma reserva arqueológica no norte da Argentina. Outros locais subestimados com maravilhas arqueológicas incluem San Agustín, na Colômbia, ou Chachapoyas, no Peru.

- Quanto tempo passar lá? Um dia.
- Melhor época do ano? De outubro a dezembro.
O que achas da nossa lista? Se conheces alguma atividade invulgar, maravilhosa e alternativa para fazer na América do Sul que queiras partilhar com outros mochileiros, conta-nos nos comentários.
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Sobre a autora:
Amy Baker é autora de«Miss-Adventures: A Tale of Ignoring Life Advice While Backpacking Around South America» e fundadora doThe Riff Raff,uma comunidade de escritores que apoia aspirantes a escritores e promove autores estreantes. Podes seguir a Amy no Twitteraqui.
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